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Segundo Hugh Prather, escritor renomado, pessoas felizes são suspeitas. Eu concordo. A felicidade ocupa um papel incrivelmente pequeno na vida da maioria dos adultos. Parece algo suspeito. Eu prefiro fazer parte da minoria que está sempre de bem com a vida, mesmo quando se está desprovida de um tostão furado, um puto, por assim dizer. Esta minoria que tem responsabilidade acima de tudo. Que cumpre seus deveres e suas obrigações, que ri descaradamente, que dá importância a momentos mágicos, que se rodeia de pessoas queridas para simplesmente viver a vida. Porque a vida foi-nos dada realmente de presente com um propósito. Na verdade, pessoas felizes demais muitas vezes são consideradas meio esquisitas, até perigosas. É possível que nos sintamos realizados quando nosso time ganha, quando vamos ao show do nosso ídolo, quando obtemos um reconhecimento. Mas experimente sair pelo shopping correndo e cantando 'cara-caramba-cara-cara-ô' a plenos pulmões sem nenhuma razão aparente prepare-se, pois é bem provável que você seja interpelado pelo segurança. E quantos seguranças invisíveis - que desconhecem a alegria e o prazer da vida - nos cercam e nos julgam quando se deparam com nossa felicidade! Dentro de nós existe um lugar onde entramos em contato com o eterno e o belo. Não importa quanta dificuldade tenhamos que enfrentar, ou quantos seguranças tentem nos impedir, tendo fé, saúde, coragem e amigos de verdade, nos tornamos capazes. Ame-se mais. Liberte-se. Durma melhor. Trabalhe. Conheça Zurique! Adoro Zurique!
Wear Sunscreen!
Escrito por Rose às 02h28
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Enfim, dezenove de janeiro de dois mil e nove.
O dia amanheceu nublado. Silencioso. Abafado. Não perdi a hora como imaginei. Pelo contrário, acordei bem disposta. Como tinha ainda alguns minutos extras, aproveitei para recordar o que vivi nos últimos trinta e sete dias. As imagens mais nítidas que me rondavam a mente eram da tarde de ontem. Das risadas e vozes espalhadas pelo quintal da casa da Híria, no aniversário do Gi. Da massagem relaxante feita pelo Haroldo. Do milho fumegante no pratinho - porque o mundo é dos pratinhos - e dos espetinhos saboreados a céu aberto, no Centro de Mauá, ao cair da noite... Imagens marcantes se formaram em minha mente, como uma película. As paisagens que eu fotografei, os locais por onde andei, a alegria de quem esteve ao meu lado, a culinária do Tote, as gargalhadas do Du no cinema, as músicas que o Tico cantarolou, a folia na 25 de março, as frases engraçadas do Le, erguendo a mão como num juramento - adoro Zurique! - as peripécias do Giva na rede, o penteado da Nice, a falta do que fazer de vários dias seguidos... Lembrei das vinhetas do Gleisson que viraram hits - "to adorando!", o beijinho doce interpretado pela dupla Le & Gi, a abundância da Híria, a começar pela garganta estridente, a perfomance da Tainá desfilando, os clipes reinventados pelo Juninho, com direito a coreografia, as conversas com o Diego, a companhia do Fe, todas as placas de carro que viraram siglas, as músicas que eu curti, as aventuras que eu vivi, o encontro com a Jorgetche, a letra 'O' imitando a Madonna - zapt! - A Dona Hilda posando para fotos, a cabeleira de Celião "T", as viagens que eu fiz, as descobertas, enfim, quanta coisa num resumo, como tudo foi maravilhoso. Levantei. A preguiça peculiar da segunda-feira estava por toda a parte. Parecia que eu estava protagonizando uma versão do filme " O dia em que a terra parou" - mais conhecido como: "Tomara que o mundo se acabe" - segundo o Juninho. Lá fora, total monotonia. Ponto de ônibus vazio, ruas desertas, poucas pessoas circulando. Intrigada, olhei para o relógio. Tudo certo com as horas. Vinte e cinco - pitutos, pato - esperando e eis que o ônibus do meu itinerário aproximou-se. Fui curtindo minha nova seleção musical, durante o percurso. Passei pela padoca, farmácia, sacolão, para aquisição dos suprimentos do dia. Cheguei. Ouvi um brado de boas vindas. Em seguida, fui bombardeada por perguntas curiosas, todos querendo saber como foram as minhas férias. Recebi abraços calorosos. Beijos estalados e apertões de bochechas. Confesso que isso me fez um bem enorme. Atrás da brasa de um hollywood filtro vermelho, um homem alto, comunicativo, de pele clara, trajando roupa social, estendeu-me a mão para um cumprimento. Fui apresenatada ao meu novo colega de trabalho. O período da manhã passou rápido, enquanto me reorganizava, arrumando as gavetas, assimilando as novidades. Tratei de remover da área de trabalho da máquina que eu uso a imagem ainda alusiva ao natal, agora apenas lembrança da correria do fim do ano, a figura lembrava uma moldura empoeirada, desbotada. O dia passou tão rápido em meio a papelada, reunião, organização, queda de conexão, ligação, informação, agitação... Só ao olhar o relógio as 18h00 me dei conta: acabaram minhas férias. Agora é hora de recomeçar. E lá vamos nós! Mas o melhor de tudo é ter fé e coragem; poder contemplar a vida, ter saúde, ter AMIGOS. Graças a Deus.
Escrito por Rose às 02h50
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Fim de semana, fim de férias, fim de horas na internet,sem compromisso, fim de novela...
É. Tanta coisa pra contar, nem sei por onde começar. Dizem que pelo começo é sempre o mais certo, porém eu tenho todas as idéias e fatos, totalmente fora de qualquer filosofia, nada tem pé nem cabeça, que dirá começo, meio e fim... Mas é o fim: de tanta coisa - da novela das oito por exemplo - que na verdade começa as nove e quinze. Acabou! Finalmente! Nem sei como durou tanto. Acho que se não fossem as propagandas de carro, celular, tintura de cabelo, perfume, entre outras, já teria acabado há uns cinco meses.Até estava interesante, mas como era de se esperar, tudo ficou muito previsível, e sem o sabor do suspense, a graça toda e a vontade de permanecer assistindo, se foi. Enfim, adeus vício. Adeus beijinho doce! Até que eu seja acometida de novo por outra coisa que prenda a minha atenção. E me arrependa amargamente, depois de tantas horas perdidas. De repente, vejo três robôs pinotando, na tv, ao fundo. O velho batidão da vinheta mais execrável já conhecida e, de quebra, a voz do medo interpretada pelo Bial, anunciando mais um BBB. Socorro! Prefiro voltar ao meu mundo onde tudo é real, e o que é melhor muito mais alucinante. Com direito a um beijinho doce na face pálida da Jorgete. Estive em locais maravilhosos nestes últimos dias. Foi muita adrenalina, descoberta, gargalhadas fantásticas e momentos incríveis. Foram as primeiras férias que eu tirei realmente longe do local de trabalho. Fui à Americana, Extrema, Monte Verde, Caçapava, Aparecida do Norte e Cambuí. Assisti a vários filmes legais, entre eles: Bolt - o supercão. Aprendi que não precisamos ser super-heróis para sermos grandes amigos. Li bons livros. Saí de rolé com toda a turma, ora para a casa de alguém, ora para qualquer lugar, sem rumo. Foi tudo muito lindo. Nessa última semana fiz uma bateria de exames, uma espécie de check up geral. Para tudo e chama a NASA. Quero falar de avanço tecnológico. Quase quarenta dias de férias e eu nem beijei na boca, nossa, não fiquei com mais ninguém além de uma câmera.(kkkk)
Por fim, aconteceu o aniversário do Gi, foi lindo. Bem, para isso precisarei de outros tantos parágrafos. No mais, acompanhem com moderação a revolução que acontecerá por aqui. "To adorando"
Escrito por Rose às 02h46
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 Férias. Agitação. Festas. Momentos inesquecíveis para recordar. Aventura. Muita badalação. É, muita coisa aconteceu nesses dias em que estou de férias. E ainda falta acontecer muito mais. Foram dias para aproveitar cada instante, para viver intensamente cada momento. Muito serviço doméstico, é verdade, mas também muitas gargalhadas ao lado de pessoas queridas, muita adrenalina. Estive em Americana com o Teco, foi maravilhoso, rimos e cantamos muito antes, durante e depois da viagem. Algumas vezes a turma quase toda se reuniu para noites sensacionais de alegria. Parafraseando Raul, fiz um check up geral da situação, o que me levou a reler alguns livros, conhecer outros novos, enfim, estou me reorganizando. Também estive em Extrema e conheci Monte Verde, MG. Tudo muito lindo e mágico, uma paisagem indescritível, momentos encantados, que se pudesse pararia o tempo, prolongaria as horas. A cachoeira, o céu estrelado, o branco das nuvens, o azul do céu, o amanhecer e o por-do-sol... Sem essa de lista de planejamento como aquelas em que a gente escreve: "esse ano eu vou" (...) Na verdade, a ano que acabou nos mostrou muita coisa bonita. Estive pensando em todas as pessoas que se reencontraram, em muitas que conseguiram emprego, outras que foram promovidas, algumas que adquiriram bens, outras que se curaram, outras ainda que encontraram o sentido verdadeiro do perdão. Pessoas que enfrentaram dificuldades e contratempos e provaram que é possível vencer quando se tem fé. Que neste novo ano, tudo de bom possa acontecer a todos.
Escrito por Rose às 16h34
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