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"Dance como se ninguém pudesse te ver Ame como se você nunca fosse sofrer Cante como se ninguém pudesse te ouvir Viva como se o paraíso fosse aqui" Space Tribe
Escrito por Rose às 06h51
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Pra não virar rotina... Estive novamente consultando alguns especialistas nesses últimos dias... Contra a minha vontade, é claro. Mais uma vez tomando soro naquela sala branca. Mais uma vez o braço roxo. Mais uma descarga de sono. Pesado! Mais um atestado. Preciso mudar. Pra não virar rotina... Na verdade, é necessário melhorar a qualidade de vida. Refleti a respeito do que eu quero para mim. Entendo que todo mundo tem problemas. Por mais difíceis que eles sejam, é preciso enfrentá-los. Se tentamos evitá-los ou simplesmente não pensamos neles, podemos até ter um alívio temporário, mas não definitivo. Então, é preciso buscar uma maneira de lidar bem com a situação. Decidi que se eu enfrentar as dores sem rodeios, terei mais condições de avaliar a profundidade do problema e buscar soluções. Dessa maneira, é como se o fardo ficasse mais leve. Numa batalha, enquanto você ignora as condições de combate do inimigo, fica completamente paralisado pelo medo. No entanto, se você reconhece a capacidade de luta de seus adversários, ganha mais condições de entrar na guerra e vencer! Do mesmo modo, se você enfrentar seus problemas em vez de se esconder deles, terá mais chances de superá-los. Cada pessoa reage de um jeito, mas tudo que você fizer para enfrentar os desafios será válido. Então, seja qual for a dificuldade, decidi agir com determinação, fé e coragem. É melhor encarar os obstáculos no momento em que eles aparecem do que vê-los surgir ainda maiores lá na frente. Nesses momentos, muitas vezes já não temos mais tanta força para superá-los e seguir em frente. E sair da rotina. Portanto, o momento é agora!
Escrito por Rose às 04h55
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Mais uma semana começando... Esta que passou realmente foi pesada. Prefiro não comentar. Aliás... Quero sim! (*Papito) Quero comentar tudo (*Marília, tudo)!
Segunda-feira: exerese de sete elementos. Tomei sete picadas de anestésico, para poder cauterizar cada uma. Terça-feira: Já no ponto de ônibus, senti que estava aérea e corri ao hospital novamente. A diastólica resolveu reclamar. Fui medicada e ganhei um dia para repousar.
Episódio Marisa. Após passar o cartão, a operadora de caixa me empurrou a Loteria Federal, embutida no valor das parcelas. Como eu havia somado, questionei o fato de ser sem juros e o valor deu outro. Pressionada, ela falou que tinha que cancelar a compra e refazer. Ótimo! Insistindo para que eu participasse do sorteio da Loteria Federal, eu pedi para falar com o gerente. Quando ele apareceu eu falei: as pessoas precisam querer participar ou não. Como assim a ordem vem do sistema? Que sistema é esse que já inclui um jogo na Loteria Federal? Francamente!
Tudo estava se normalizando quando, na sexta-feira, a cistólica deu close também e lá fui eu outra vez para o hospital. Pedi ajuda aos universitários que estavam vindo me visitar e acabaram me acompanhando. Fui medicada. Dormi. Ronquei. Muito. E em seguida fui liberada. Preciso entrar em forma. Preciso ser tão radical, quanto fui com aquelas quatro mil e setecentas substâncias do passado. Para que tudo se equilibre e sobretudo essas alucinações não aconteçam. Sim, (*Papito) porque quando o Fernando me ligou após eu chegar do hospital, sexta-feira, até barcos estavam passando aqui em frente. Quero falar de viagem... Mas agora é hora de recomeçar. De atingir o alvo. Boa semana a todos.
Escrito por Rose às 02h54
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 Durante toda minha vida, muitas pessoas passarão por mim, dia após dia. Mas somente algumas dessas pessoas ficarão para sempre em minha memória. Essas pessoas são ditas amigas e eu as levarei para sempre em meu coração. Às vezes pelo simples fato de terem cruzado meu caminho, ou pelo simples fato de terem dito uma única palavra de conforto quando eu precisei. Às vezes por ter me dado um minuto de sua atenção e me ouvido falar de minhas angústias, medos, vitórias, derrotas... Às vezes por terem confiado em mim e me contado também seus problemas, angústias, vitórias, derrotas... Isso é ser amigo: é ouvir, é confiar, é amar. E amigos de verdade ficam para sempre em nossos corações. Assim como as pegadas na alma, que são indestrutíveis. Agradeço ao Poder Superior por ter colocado em meu caminho pessoas tão especiais e maravilhosas em minha vida, as quais denomino meus AMIGOS. Mais um ano. Mais uma etapa. Com vocês, nenhum é longo demais. Obrigada pela festa, pelos presentes lindos, pela presença, pelo pensamento, obrigada por fazerem parte da minha vida!
Escrito por Rose às 03h56
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Domingo no blog Mais uma semana se inicia. Agito, correria, adrenalina, resoluções, atitude! Hoje é domingo e a síndrome das 22h que ameaça as pessoas já se manifesta. Segunda-feira é o dia mundial da preguiça e da cara feia, no ambiente de trabalho e - no meu, por exemplo, - após desfranzirem-se os cenhos e surgir o esboço de uma reação, vem a parte dos comentários sobre os mais variados programas de tv. As críticas. A torcida... E a semana começa. Enfim, saí da Sibéria... Eu entendi, mas quero verbalizar: essa expressão remete à idéia de "não entrar numa fria" ou "sair de uma fria"? Ah... Fala! Desafio qualquer um a visitar a verdadeira ERA DO GELO quando precisar ligar para uma operadora. Aliás para qualquer uma - de telefonia, por exemplo. Quero esquecer as horas com a orelha quente pelo celular, tentando aderir a um serviço e me livrar de outro. Ninguém merece! E quando eu falo de horas, estou literalmente referindo-me aos sessenta pitutos - pato!¹ - de cada uma delas. E o hilário "algo mais" é, sem dúvida, de amargar - não posso parafrasear a Vanessa, pois o blog tem princípios e o horário não permite - mas sobrevivi aos protocolos, aos procedimentos, à espera... E ainda falta uma etapa. Só depois do dia 22/08 terei resolvido tudo isso. Ou não.² É o preço do luxo.
Semana do meu aniversário. O tempo urge. Inferno astral e uma baita TPM para me perturbar. Espero muito que esta semana seja de grande sucesso a todos. __ n.t. ¹minutos ²parafraseando Caetano
Escrito por Rose às 03h09
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 Pensar unilateralmente. Agir unilateralmente. Egoísmo. Tem 'gente que age assim mesmo. Por prazer, por precaução, por medo, por defesa, por fascínio, por qualquer motivo. Recentemente, num desses livros de Gestão de Marketing, li um trecho sobre Motivação que me chamou a atenção, o qual eu resolvi descrever de acordo com o meu entendimento.
Pessoas que tiveram seus sonhos derrubados em sua frente, muitas vezes mostram-se destruidores de sonhos e assassinos de idéias. Aqueles que nos repreendem por alguma atitude, com certeza já sentiram ou sentem um imenso desejo de executá-las também. Tem 'gente que por não estar realizando seus sonhos não gostam de saber que os outros estão realizando os deles. Parece que a alegria e o sucesso dos outros, os tornam magoados, inseguros. É preciso sonhar. As pessoas que não possuem sonhos irresistíveis correm o risco de passarem a vida em branco. Seus dias podem se tornar banais e elas iguais. Estar rodeado de quem se ama, é de vital importância para uma mente progressiva. Com idéias novas, com momentos compartilhados, nem que seja com uma daquelas conversas que "jogamos fora", estamos expandindo a nossa capacidade de trocar experiências, assumir o ato de compartilhar. A falta que sentimos de uma pessoa, é a certeza de que esta nos acresenta algo. A cada vez que me sinto assim, rodeada por quem eu amo - sonhando, planejando, crescendo, compartilhando - ou com saudade, lembro-me de uma citação de Kenneth Hildebrand: "O mais pobre de todos os homens não é o que não tem um centavo em seu nome, mas aquele que não tem um sonho. Parece um navio, feito para enfrentar um oceano, mas na verdade, comporta-se como um barquinho e permanece navegando num riacho".
É a mais pura verdade.
Bem, é agosto. Pretendo dar continuidade com mais frequência por aqui. Tenho ótimos acontecimentos para registrar.
Desejo que você tenha o espírito de um navio e que jamais se contente com o riacho. Boa semana.
Escrito por Rose às 20h10
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Quero falar da pessoa que finalmente consegue dormir por horas seguidas após um verdadeiro armagedon pulmonar, que durou exatamente dezenove dias do mês de junho, os quais penso em apagar da memória. Nunca pensei que a presença de Anita fosse tão incômoda. E olha que em meio às inúmeras receitas, eu usei Mel, o bastante, mas não era Lisboa, e eu desconheço a procedência. Talvez por isso, não foi tão grande a eficácia. Quando eu lhe disse nunca mais, não volte mais, melhor assim, eu estava falando a verdade. E quando eu lhe disse decidida: saia da minha vida! Pois aquilo tudo era um absurdo, uma loucura... Por qual motivo insistiu em ficar? Avassaladora, destemida, inconsequente. Tentei não me submeter aos seus caprichos. Não foi suficiente. Pois, contrariando as estatísticas, ela reapareceu.  Me fez sofrer, me fez chorar,me fez delirar, me desconcentrou, me desafiou. Quase me deixou louca. Virei sonâmbula. Várias situações me surpreenderam, com este inusitado regresso. ...E mais uma vez ela voltou. Dias depois me procurou, para me alertar de que não era necessariamente o fim. De repente as coisas mudam de lugar. E quem perdeu pode ganhar. Seus sintomas presos na minha garganta - e nos meus pulmões - e o medo da verdade. Era quarta-feira, fim de tarde. Em meio a uma devastadora crise ela se aproximou, como se quisesse tomar posse. Tirou o meu ânimo, tirou a minha voz, e, por alguns instantes inconscientemente, cantarolei 'take my breath way'... Porque até o fôlego me foi tirado - literalmente - em espasmos cada vez mais constantes. Tive medo. Pedi ajuda. Estava ficando escassa a fonte de recursos financeiros, na tentativa de livrar-me daquela companhia indesejada, pois até nisto, ela fez questão de arruinar-me. Quis usufruir de cada centavo meu. Exigindo mais de mim. Enquanto isso, eu me esforcei inumanamente para repetir várias vezes: "Ar, quero ar pra 'beber'! Quero sangue correndo, pulsando, fervendo e queimando você. Mais! Quero mais é te perder! Que uma onda te leve, te afogue e te entregue a quem for, mas te faça desaparecer". Porque eu simplesmente não estou mais disposta a sofrer por você, pode tentar, não vou permitir. Pode se arrastar gritando porque eu não vou dividir minha saúde e meu salário com você, PneumoAnita interesseira! Paráfrases das músicas: Dois - Paulo Ricardo Take my breath way - Berlim Quero mais é te perder - Isabella Taviani Megasena - Zéu Britto
Escrito por Rose às 00h55
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Ela chegou, de mansinho. Como quem não quer nada. Sorrateiramente invadiu-me. Sem pedir licença, foi ganhando espaço e simplesmente apoderou-se. Quando percebi, estava entregue. Aos poucos, tudo o que eu sentia era consequência da presença dela, que cada dia fazia questão de me envolver mais e mais. Por alguns dias ela ganhou destaque em minha vida. E a minha rotina transformou-se completamente. Ela me fez perder o sono, a calma, a fome. Literalmente me tirava o fôlego. Difícil suportar, ser paciente, gentil em determinadas horas, sobretudo por me sentir sufocada, sem forças para reagir. Por causa dela me isolei por uns dias. Resisti. Não posso me entregar assim. Os atrativos que me induziram muitas vezes a alimentá-la, hoje não me interessam mais. Precisei escolher. E eu escolhi viver sem ela. Porque sou mais forte. Porque me amo, acima de tudo. Se depender de mim, nunca mais ela se aproximará da minha pessoa.Será um alívio, uma vitória saber que me libertei dela. Jamais sentirei a sua falta... Broncopneumonia!
Escrito por Rose às 01h29
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Não tenho escrito muito por aqui pois minha vida está bastante bagunçada em vários sentidos. A impressão que eu tenho é que o ano, pra mim, só começou agora em junho. Algumas coisas não mudam e não têm solução e as pessoas têm muita dificuldade em aceitar isso. Eu não sou diferente. Mas as coisas que eu consigo modificar, eu bem que tento. Algumas consequencias são até previsíveis. Outras nem tanto. Pensei em escrever algo sobre acontecimentos e locais que de certo modo, mexem comigo, inevitavelmente. Refleti bastante e cheguei a conclusão de que me sentiria irritada, nervosa, triste e sem dúvida acarretaria uma descarga de energia negativa da qual eu tento fugir dia após dia, nem sempre com sucesso. Mas se tiver como evitar, que assim seja. Então vou falar do que está me incomodando no momento, mas que de certo modo não causa mal a ninguém a não ser a mim mesma. Quero mesmo é falar de falta de ar, de calafrios, de noites sem dormir, de garganta inflamada, de graus excedentes de febre, de dores musculares, de crise de tosse que faz perder o equilíbrio do corpo, de metros e metros de papel usados - 26 rolos até agora - de horas de espera por atendimento, de quantias nada agradáveis deixadas em drogarias, de erupção bucal, de falta ao trabalho, de falta de ar, de noites sem dormir... etc, etc, etc... É assim que eu estou me sentindo há uma semana. Após os exames, 2 horas na sala de observação e 03 raios x, o diagnóstico: Princípio de broncopneumonia. Na lista de um imenso receituário, pude ler, entre outros 05 nomes: PENICILINA. Nossa! Inconformada, perguntei: PENICILINA? Sim, está correto. PENICILINA . Então tá. Voltei e efetuei a compra mais absurda dos últimos tempos. Muita droga. Muito caro. No segundo dia, tudo simplesmente resolveu se intensificar. Voltei ao hospital para um retorno singelo e fiquei de molho por mais quatro dias. Ah! Não quero mais brincar disso, é chato. Estou me sentindo em fragmentos... Mas penso que fragmentar-se é necessário para estar sempre em construção. É permitir-se novas cores e formas, novos ângulos, novas perspectivas e novas interpretações. Mas tem que doer assim? Agora estou diante de uma caneca de quentão cujos ingredientes são apenas medicinais: gengibre, cravo, canela e mel. Tenho que pensar em tudo isso como um aprendizado. Fragmentar-se ao contrário do que possa parecer, é uma chance de crescimento, assim eu penso... Bem estou com febre. Boa noite.
Escrito por Rose às 00h20
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Não sei se devo acreditar, mas achei tão curioso que resolvi postar. Descrição do meu signo no horóscopo chinês: As pessoas deste signo tem um forte poder de sedução. Adoram a vida social e, além de energéticos, sabem dar ótimos conselhos a quem precisa de orientação. Possuem também um dom natural de humorismo. Sua companhia é muito procurada... Geralmente tem muitos amigos, isso por que são muito fáceis de conviver e tem esse encanto inerente ao signo. São francos e honestos, mas de uma forma suave para não chocar quem os cerca. Gostam de festa e reuniões movimentadas. Tratam os amigos e parentes de uma forma especial e não se importam em dividir com eles o fruto do seu esforço. Quando são traídos, buscam a serenidade ainda que sofram. Quando são pressionados ou quando sentem medo, isolam-se. São cautelosos e pacientes, sabem administrar inusitadas situações. Adoram estar em grupo e raramente ficam quietos. Adoram a diversão e valorizam a amizade. Doam-se. Ainda que não corrijam os seus erros, tem a capacidade de reconhecê-los. Muitas vezes poderão faltar a um encontro, por estarem envolvidos n'outro assunto. Apresentam-se inseguros e quando vencem a insegurança, deixam-se dominar pela indecisão. Questionam incessantemente, sendo muitas vezes mal interpretados, mas renunciam uma atitude se esta não for satisfatória. Gostam de ambientes arrumados e limpos. Detestam gritos e autoritarismo. São extremamente sinceros. Choram com facilidade. Preferem sofrer calados a falar sem razão. Melancólicos e exagerados, são confundidos com rancorosos e vingativos, mas apenas buscam esclarecimento e necessidade de serem notados. Não admitem traição. São enigmáticos e ao mesmo tempo absolutamente expostos. Amam a natureza, são apaixonados, extremamente fiéis - no amor, na amizade e na profissão. São repetitivos porque buscam auto-afirmação. Sua saúde é visivelmente abalada pelo emocional. A ansiedade e a transparência são as principais características. Gostam de estar envolvidos em várias coisas e adoram dar a sua contribuição à comunidade. O seu caráter independente e persistente serve melhor para pequenas empresas. São geralmente bem sucedidos nos negócios, no contato com as pessoas, na escrita e criatividade. Com uma aparência cuidada podem ter conversas agradáveis e tem muito bom gosto para a decoração. Excedem em cuidados com a saúde. ...Desculpem a ausência!
Escrito por Rose às 02h41
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Tanta coisa acontecendo e eu aqui tentando não deixar de postar. Doce madrugada de uma data qualquer, que me enche de encantos, que me faz refletir. Estou aprendendo com o cérebro a aquietar o corpo; estou aprendendo a entender certas coisas, aceitar algumas que realmente eu sei que não conseguirei modificar e, de verdade, tentando mudar as que eu sei que são possíveis. Sei que não é tarefa fácil não desistir diante de uma derrota; é necessário ser perseverante até que a vitória chegue. Parece que quanto maior o desafio, mais as pessoas começam a entender o significado da sua colaboração individual. É assim que estou me sentindo. Surpreendi-me aceitando o que eu julgava inaceitável, compreendendo o que antes me recusava a ouvir, me interessando pelo que sequer despertava minha curiosidade e, principalmente, me conhecendo. Estou gostando disso. Estou aprendendo a me amar. Ouso declarar que estou sendo mais paciente, confiante. Estive pensando em contradições e ressentimentos que se acumulam no dia-a-dia e que nos causam dor e sofrimento. Entendi que todo e qualquer evento positivo ou negativo que me aconteça, só é possível com a minha permissão. Quando a gente se abre o verdadeiro amor e aprendizado acontece. Cada um de nós tem dento de si a força de mudar as coisas. Na verdade, arrepender-se já significa mudar. Quando enfrentamos dificuldades devemos agradecer pela oportunidade de praticar nossa força, pois é para isso que estamos aqui. Talvez só precisemos de alguém para nos mostrar quem somos por dentro. Talvez seja isso que estejamos procurando de modo tão desesperado - quem reconheça a bondade que sentimos sobre nós mesmos, mas que hesitamos em compartilhar. É preciso plantar nossas sementes, mesmo que haja nuvens no céu. Pense nisso hoje.
Escrito por Rose às 06h42
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Segundo Hugh Prather, escritor renomado, pessoas felizes são suspeitas. Eu concordo. A felicidade ocupa um papel incrivelmente pequeno na vida da maioria dos adultos. Parece algo suspeito. Eu prefiro fazer parte da minoria que está sempre de bem com a vida, mesmo quando se está desprovida de um tostão furado, um puto, por assim dizer. Esta minoria que tem responsabilidade acima de tudo. Que cumpre seus deveres e suas obrigações, que ri descaradamente, que dá importância a momentos mágicos, que se rodeia de pessoas queridas para simplesmente viver a vida. Porque a vida foi-nos dada realmente de presente com um propósito. Na verdade, pessoas felizes demais muitas vezes são consideradas meio esquisitas, até perigosas. É possível que nos sintamos realizados quando nosso time ganha, quando vamos ao show do nosso ídolo, quando obtemos um reconhecimento. Mas experimente sair pelo shopping correndo e cantando 'cara-caramba-cara-cara-ô' a plenos pulmões sem nenhuma razão aparente prepare-se, pois é bem provável que você seja interpelado pelo segurança. E quantos seguranças invisíveis - que desconhecem a alegria e o prazer da vida - nos cercam e nos julgam quando se deparam com nossa felicidade! Dentro de nós existe um lugar onde entramos em contato com o eterno e o belo. Não importa quanta dificuldade tenhamos que enfrentar, ou quantos seguranças tentem nos impedir, tendo fé, saúde, coragem e amigos de verdade, nos tornamos capazes. Ame-se mais. Liberte-se. Durma melhor. Trabalhe. Conheça Zurique! Adoro Zurique!
Wear Sunscreen!
Escrito por Rose às 02h28
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Enfim, dezenove de janeiro de dois mil e nove.
O dia amanheceu nublado. Silencioso. Abafado. Não perdi a hora como imaginei. Pelo contrário, acordei bem disposta. Como tinha ainda alguns minutos extras, aproveitei para recordar o que vivi nos últimos trinta e sete dias. As imagens mais nítidas que me rondavam a mente eram da tarde de ontem. Das risadas e vozes espalhadas pelo quintal da casa da Híria, no aniversário do Gi. Da massagem relaxante feita pelo Haroldo. Do milho fumegante no pratinho - porque o mundo é dos pratinhos - e dos espetinhos saboreados a céu aberto, no Centro de Mauá, ao cair da noite... Imagens marcantes se formaram em minha mente, como uma película. As paisagens que eu fotografei, os locais por onde andei, a alegria de quem esteve ao meu lado, a culinária do Tote, as gargalhadas do Du no cinema, as músicas que o Tico cantarolou, a folia na 25 de março, as frases engraçadas do Le, erguendo a mão como num juramento - adoro Zurique! - as peripécias do Giva na rede, o penteado da Nice, a falta do que fazer de vários dias seguidos... Lembrei das vinhetas do Gleisson que viraram hits - "to adorando!", o beijinho doce interpretado pela dupla Le & Gi, a abundância da Híria, a começar pela garganta estridente, a perfomance da Tainá desfilando, os clipes reinventados pelo Juninho, com direito a coreografia, as conversas com o Diego, a companhia do Fe, todas as placas de carro que viraram siglas, as músicas que eu curti, as aventuras que eu vivi, o encontro com a Jorgetche, a letra 'O' imitando a Madonna - zapt! - A Dona Hilda posando para fotos, a cabeleira de Celião "T", as viagens que eu fiz, as descobertas, enfim, quanta coisa num resumo, como tudo foi maravilhoso. Levantei. A preguiça peculiar da segunda-feira estava por toda a parte. Parecia que eu estava protagonizando uma versão do filme " O dia em que a terra parou" - mais conhecido como: "Tomara que o mundo se acabe" - segundo o Juninho. Lá fora, total monotonia. Ponto de ônibus vazio, ruas desertas, poucas pessoas circulando. Intrigada, olhei para o relógio. Tudo certo com as horas. Vinte e cinco - pitutos, pato - esperando e eis que o ônibus do meu itinerário aproximou-se. Fui curtindo minha nova seleção musical, durante o percurso. Passei pela padoca, farmácia, sacolão, para aquisição dos suprimentos do dia. Cheguei. Ouvi um brado de boas vindas. Em seguida, fui bombardeada por perguntas curiosas, todos querendo saber como foram as minhas férias. Recebi abraços calorosos. Beijos estalados e apertões de bochechas. Confesso que isso me fez um bem enorme. Atrás da brasa de um hollywood filtro vermelho, um homem alto, comunicativo, de pele clara, trajando roupa social, estendeu-me a mão para um cumprimento. Fui apresenatada ao meu novo colega de trabalho. O período da manhã passou rápido, enquanto me reorganizava, arrumando as gavetas, assimilando as novidades. Tratei de remover da área de trabalho da máquina que eu uso a imagem ainda alusiva ao natal, agora apenas lembrança da correria do fim do ano, a figura lembrava uma moldura empoeirada, desbotada. O dia passou tão rápido em meio a papelada, reunião, organização, queda de conexão, ligação, informação, agitação... Só ao olhar o relógio as 18h00 me dei conta: acabaram minhas férias. Agora é hora de recomeçar. E lá vamos nós! Mas o melhor de tudo é ter fé e coragem; poder contemplar a vida, ter saúde, ter AMIGOS. Graças a Deus.
Escrito por Rose às 02h50
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Fim de semana, fim de férias, fim de horas na internet,sem compromisso, fim de novela...
É. Tanta coisa pra contar, nem sei por onde começar. Dizem que pelo começo é sempre o mais certo, porém eu tenho todas as idéias e fatos, totalmente fora de qualquer filosofia, nada tem pé nem cabeça, que dirá começo, meio e fim... Mas é o fim: de tanta coisa - da novela das oito por exemplo - que na verdade começa as nove e quinze. Acabou! Finalmente! Nem sei como durou tanto. Acho que se não fossem as propagandas de carro, celular, tintura de cabelo, perfume, entre outras, já teria acabado há uns cinco meses.Até estava interesante, mas como era de se esperar, tudo ficou muito previsível, e sem o sabor do suspense, a graça toda e a vontade de permanecer assistindo, se foi. Enfim, adeus vício. Adeus beijinho doce! Até que eu seja acometida de novo por outra coisa que prenda a minha atenção. E me arrependa amargamente, depois de tantas horas perdidas. De repente, vejo três robôs pinotando, na tv, ao fundo. O velho batidão da vinheta mais execrável já conhecida e, de quebra, a voz do medo interpretada pelo Bial, anunciando mais um BBB. Socorro! Prefiro voltar ao meu mundo onde tudo é real, e o que é melhor muito mais alucinante. Com direito a um beijinho doce na face pálida da Jorgete. Estive em locais maravilhosos nestes últimos dias. Foi muita adrenalina, descoberta, gargalhadas fantásticas e momentos incríveis. Foram as primeiras férias que eu tirei realmente longe do local de trabalho. Fui à Americana, Extrema, Monte Verde, Caçapava, Aparecida do Norte e Cambuí. Assisti a vários filmes legais, entre eles: Bolt - o supercão. Aprendi que não precisamos ser super-heróis para sermos grandes amigos. Li bons livros. Saí de rolé com toda a turma, ora para a casa de alguém, ora para qualquer lugar, sem rumo. Foi tudo muito lindo. Nessa última semana fiz uma bateria de exames, uma espécie de check up geral. Para tudo e chama a NASA. Quero falar de avanço tecnológico. Quase quarenta dias de férias e eu nem beijei na boca, nossa, não fiquei com mais ninguém além de uma câmera.(kkkk)
Por fim, aconteceu o aniversário do Gi, foi lindo. Bem, para isso precisarei de outros tantos parágrafos. No mais, acompanhem com moderação a revolução que acontecerá por aqui. "To adorando"
Escrito por Rose às 02h46
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 Férias. Agitação. Festas. Momentos inesquecíveis para recordar. Aventura. Muita badalação. É, muita coisa aconteceu nesses dias em que estou de férias. E ainda falta acontecer muito mais. Foram dias para aproveitar cada instante, para viver intensamente cada momento. Muito serviço doméstico, é verdade, mas também muitas gargalhadas ao lado de pessoas queridas, muita adrenalina. Estive em Americana com o Teco, foi maravilhoso, rimos e cantamos muito antes, durante e depois da viagem. Algumas vezes a turma quase toda se reuniu para noites sensacionais de alegria. Parafraseando Raul, fiz um check up geral da situação, o que me levou a reler alguns livros, conhecer outros novos, enfim, estou me reorganizando. Também estive em Extrema e conheci Monte Verde, MG. Tudo muito lindo e mágico, uma paisagem indescritível, momentos encantados, que se pudesse pararia o tempo, prolongaria as horas. A cachoeira, o céu estrelado, o branco das nuvens, o azul do céu, o amanhecer e o por-do-sol... Sem essa de lista de planejamento como aquelas em que a gente escreve: "esse ano eu vou" (...) Na verdade, a ano que acabou nos mostrou muita coisa bonita. Estive pensando em todas as pessoas que se reencontraram, em muitas que conseguiram emprego, outras que foram promovidas, algumas que adquiriram bens, outras que se curaram, outras ainda que encontraram o sentido verdadeiro do perdão. Pessoas que enfrentaram dificuldades e contratempos e provaram que é possível vencer quando se tem fé. Que neste novo ano, tudo de bom possa acontecer a todos.
Escrito por Rose às 16h34
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