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Hoje eu parei para pensar como é a vida.
A vida fica muito mais bonita quando partilhada. Tanto as alegrias quanto as tristezas são realidades que não foram feitas para serem vividas na solidão. É fácil culpar outras pessoas porque sua vida não é do jeito que você sonhava, fácil querer um amor perfeito, um amigo sempre presente, uma família sempre compreensiva. Difícil é levantar e tomar uma atitude, como ir em busca daquilo que é importante, por exemplo. Difícil é aceitar que todas as pessoas têm defeitos, que o amor é construído aos poucos, cada um tentando melhorar a cada dia, cada um tentando fazer o outro feliz, mas sem passar por cima dos seus próprios valores. Nós sempre precisamos de amigos; gente que seja capaz de nos indicar direções, despertar o que temos de melhor e ajudar a retirar os excessos que nos tornam pesados. É bom ter AMIGOS. Eles são pontes que nos fazem chegar aos lugares mais distantes de nós mesmos. Difícil é descobrir que melhores amigos não nascem da noite para o dia. Difícil é perdoar como queremos que nos perdoem, é dizer "eu te amo" de coração limpo, é aceitar que com amizades antigas ou novas aprendemos coisas tão importantes que nos servirão de lições para toda vida. Hoje, eu descobri que amamos cada pessoa de uma forma diferente, que novas pessoas aparecem, por novas pessoas nos apaixonamos, por novas pessoas sofremos e choramos. Queria que todos os meus amigos soubessem que na miudeza dos meus dias que passam, amar é um recurso que me faz humana e que nos faz eternos. É na partilha do que é triste que nos preparamos para a superação e é na partilha da alegria que nos tornamos capazes de prolongá-la no tempo.
O amor é o motivo do perdão... E o perdão é a continuidade do amor. Mas hoje, eu sei que antes de amar qualquer pessoa a gente tem que se amar. *Pablo
Escrito por Rose às 00h19
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Seis horas e quarenta e nove minutos do dia vinte e seis de junho... Amanhece mais um dia de luta. Acredito que de Vitória também. Cá estou eu, feliz por mais um dia, alegre por tantas conquistas e hoje acordei recordando bons momentos antigos e recentes... Disponho de um punhado de arquivos com extensão *.txt mais conhecidos como bloco de notas que são reais testemunhas das minhas horas de delírio e de meditação. Alguns textos narram aventuras recheadas de detalhes, outros apresentam relatos de momentos que me fazem ora gargalhar de euforia, ora derramar algumas lágrimas de emoção... E neste tempo em que me atenho revivendo momentos preciosos, deixo aqui algumas lembranças desses últimos dias vividos plenamente. Foram tantos os acontecimentos em apenas trinta e poucos dias, que nem cabem no calendário, mas com certeza, no coração, na lembrança, permanecerão. Estive em locais inimagináveis. Viajei... conheci a Portelinha mineira em Três Corações. Estive em São Thomé das Letras, onde o alfabeto parece infinito. Assisti ao show do Ventania, (mucho loco), comprei horrores. Amei. Na volta, já sentia saudade. Freqüentei baladas, participei de eventos, me reuni com a turma, dancei em barzinhos, freqüentei casas de amigos, comi pastel de bacalhau no mercado central, quebrei um tabu: comi camarão... sim, (Papito) eu posso! Estive na 25 de março várias vezes, (adoro a muvuca), onde cinqüenta reais me dão a sensação de poder. Freqüentei santuários, respirei ar puro por onde andei, fui à feira livre à noite, comi yakissoba na barraca, fui à praia ver o sol nascer, mas ele não apareceu... Mesmo assim foi lindo! Participei de uma rave (uma aventura e tanto). Estive em ótimos lugares na companhia de pessoas maravilhosas que amo, algumas vezes, estive sozinha, para refletir um pouco. Encontrei pessoas amáveis, amantes, beijei bocas inesquecíveis, ouvi palavras encantadoras, vi o sorriso mais lindo, os olhos mais brilhantes e uma certeza...
Na realidade nada dura eternamente, alguns momentos se estendem mais do que outros, isso não significa que nunca acabarão. Não acredite no 'pra sempre', nada é pra sempre, aproveitar é a coisa mais lógica que se tem a fazer. E nesses trinta e poucos dias eu vivi INTENSAMENTE. Viva todo o dia como se fosse o último, não perca oportunidades, não deixe de demonstrar o que sente, não procure achar respostas para perguntas inquestionáveis, não se prive de amar, não se prive de sentir, permita-se sonhar, permita-se criar, não se contente com meias verdades, não viva de mentiras. Aceite o pouco com sabedoria, mas não se acomode e busque sempre mais. Queira mais, ambicione, ouse, lute, acredite, não desista nunca! Temos que deixar de acreditar em destino e começar a acreditar em nós mesmos, fazer acontecer, porque quando menos esperarmos não existirá mais nada de tudo aquilo que construímos, aquilo que vivemos, aquilo que plantamos... Viva plenamente o agora. Seja muito feliz. É possível!
Deixo aqui uma mensagem: 'Mesmo que morramos carnalmente, mesmo que deixemos de existir para o mundo, pra alguém, vou sempre viver. Enquanto alguém que lembrar de mim viver, viverei no mesmo corpo, no mesmo coração. O amor é capaz de retardar a morte, principalmente pelo fato de a alma de todos ser imortal. Fonte: 'A menina que roubava livros - Markus Zusak'
Escrito por Rose às 07h06
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 "A XÍKARA"
Hoje falarei de um lugar diferente, onde as estrelas têm mais brilho, o sol tem mais calor, nossas vidas têm mais cores, nossos bosques têm mais vida e nossas vidas mais amores (e as comidas, mais sabores). Oh! Xíkara Amada! Idolatrada! Salve! Salve! Amanhece na Xíkara: Tudo é especial. A Jully (nossa pequena anfitriã de dois anos de idade) nos saúda querendo brincar bem cedinho. E ao menor sinal de uma pena caindo, ela late, late, late... Transforma-se no "Leão da Xíkara". O galo anuncia a chegada de mais um dia. Os passarinhos cantam alegremente. Ilustres companhias, eles até receberam um mimo à parte: comida, bebida, dormitório móvel... A Cléo (pessoa pomposa e shike com SH e K), toca teclado nas horas vagas, além de regar as pantas, (inclusive à noite), carregar tijolos, fazer bolo de cenoura e brigar com quem não limpa o fogão dela (com razão). O Orlando sempre tira uma soneca após as refeições e é sempre o primeiro a se recolher porém, antes do galo, eis que ele já está a timbungar no azul (azul da cor do mar) da piscina. Também adora cozinhar. Eu, da minha parte, só arrisco a ajudar na limpeza e, no máximo, fazer um cafezinho, porque nem me atrevo a pilotar o fogão, ainda bem, (já pensou s'eu cozinho)? As modas sertanejas sempre embalam as nossas conversas ao longo das horas. Sim, Papito! Eu gosto de moda sertaneja, desde que seja das boas. Quando o clima ajuda, a coragem nos empurra pra piscina bem cedo e por tempo indeterminado. (A piscina é de água mineral) e em breve teremos água morna sem ter que nos deslocar até Caldas Novas ou Jericoacoara. (Não sabe onde fica? Joga no Google Earth). Os cento e noventa e dois pés de feijão estão em fase de crescimento, as novas mudas de rosas das mais variadas, (maria-sem-vergonha, primavera, azaléia, kalanchoe, entre outras), estão desabrochando com a entrada do outono e as jacas cada vez mais doces para suprir o nosso desejo de guloseima natural. Na vizinhança, de quando em vez, há um "puts-puts". As flores artificiais ornamentam o jardim e rodeiam a piscina, cada uma com um nome de quem visita o local (todas personalizadas). Um luxo! Ao cair da noite, as cigarras e os grilos fazem uma folia, eles cantam, eles voam...(só não viram uma flor). E o que falar do Castelo de Madeira - que assim se chama, desde que a 'Pomposinha' pronunciou pela primeira vez)? Um requinte à parte. As refeições são servidas ao ar livre, numa mesa de três metros, rodeada por quatro bancos rústicos, o que torna o visual ainda mais tropeiro. Duas redes, são estendidas para o repouso sonolento de quem aproveita a brisa e o silêncio ou relaxa simplesmente sem nada para fazer, aliás o que se pode pensar em fazer? E pra que fazer algo quando se pode esquecer que o mundo existe estando num paraíso como este (ou pelo menos num pedaço dele)... Bem, até posso sugerir algumas opções: jogar baralho (que eu não sei), jogar paciência (que eu sei menos ainda), jogar conversa fora... Dormir (muito), comer (bastante), beber, cair e levantar... Poderia me estender por horas e horas e horas dissertando sobre esse sonho de lugar que ainda não recebeu um nome, porém está prestes a ser batizado e, como fica no meio da floresta, não poderia deixar de citar que havia uma coruja... (tchu-tchu)!
Eu mesma e mais um monte de gente já consideramos este Kantinho como: "A Xíkara dos Sonhos".
Escrito por Rose às 02h51
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Meu pé direito
Estou publicando hoje, porque se fosse ontem, ninguém iria acreditar no que vai ler. Já que ontem foi o dia da mentira. Mas eu não poderia deixar de registrar aqui, um acontecimento que marcou a história, (da minha vida pelo menos), deixando pesadas conseqüências. (Mais ou menos uns cinco quilos). Aconteceu no quinto dia do mês de março de dois mil e oito, aproximadamente seis horas e vinte minutos de uma quarta-feira (uma linda manhã de sol)... Levantei disposta a arrumar tudo antes de ir pra mais um dia de trabalho. Ainda de pijama, corri até a cozinha, abri a porta e desci os degraus. Dezesseis degraus. Sim, Papito! Eu sempre conto. De-zes-seis... Recolhi metade da roupa do varal, toda feliz... O dia prometia. Voltei para recolher a outra metade das roupas. Desci novamente todos os degraus. Minto: todos, não. Dessa vez, apenas quinze degraus. E eis que num ato desatencioso, faltando apenas um degrau para tocar o solo, esta pessoa que vos narra, estabacou-se no chão, (descomunalmente falando), tal qual uma jaca mole, talvez imitando o próprio pato-aqui-pato-acolá... E de quebra, dei de cara com uma barata que ali jazia. Eca! Levantei-me, examinei-me, tudo parecia bem. Até demais. Ufa! Gargalhadas abafadas e o coração quase pulando boca afora. Tomei banho, cantarolando, me arrumei e fui ao trabalho. Entrei no ônibus com facilidade. No 'mp3' Marisa (Monte) entoava... 'vem andar e voa, vem andar e voa, vem andar e voa"... Pensei: estaria esta pessoa rindo do meu feito? Como assim 'vem andar e voa'? Não. Eu caí mesmo... Pensando bem, parecia que eu estava voando baixo, quase aterrissando... O que??? Não, eu não estava voando, só caí por ter me desequilibrado. Pronto. Tratei de me livrar desse pensamento inútil. Mas em seguida, enquanto divagava, olhando através da janela do ônibus e quase esquecendo o episódio, Caetano (Veloso) parecia adivinhar o que se passava e cantava: "...perdido no vazio de outros passos, do abismo em que você se retirou e me atirou..." (???) Desliguei o aparelho. Chega! Não me atirei, me desequilibrei. Apenas. Mas a esta altura minha imaginação (fértil) já formulava as mais variadas paródias, letras, lembranças hilárias e eu não me contive. Enviei uma multimensagem contando para o povo: "Pensem numa pessoa que amanhece caindo pelas tabelas, se estabacando no chão?! Caí. Gente! Eu caí! kkkk! (Como se cair fosse uma coisa do outro mundo -rs-, principalmente no meu caso)... Não demorou muito e as respostas mais absurdas e inusitadas começaram a chegar: "Nossa"... "Se cuida"... "Machucou?"... As comparativas e engraçadinhas também: "Qualquer pessoa poderia se sentir desanimada, desmotivada, irritada, mas por Deus, essa é a Rossssss"... (esse foi o torpedo da Kika). E assim foi. Por volta do meio-dia, uma visão assustadora! Oh! Meu pé, meu querido pé que me agüenta o dia inteiro (não resisti a esse comentário) havia inchado. Estava roxo. Roxinho da Silva. Não, da Silva não, de Lima mesmo. (Corre a Vanessa comprar um chinelo de R$9,90, porque a sandália não cabia no pé do Abapuru). No fim do dia, fui ao médico. No ônibus, parecia que todo mundo ía pisar. No hospital, após passar pela parte burocrática, me enviaram um enfermeiro. Minutos depois eu estava numa cadeira de rodas. Após todos os exames, para a minha surpresa, o médico proclamou a sentença: - "Você quebrou o pé em dois lugares". Repouso. Esta foi a recomendação. Eu havia ligado para o Du e perguntado: "se eu engessar o pé, você chama a ambulancia"? E ele: "Não, eu vou buscar você". Começou então a saga do pé quebrado... Recebi vários apelidos sarcásticos: "Mazzaropi", "Pé-de-pano", "Ponto-e-Vírgula", "Deixa-que-eu-chuto" ... Mas no fundo sei que eram todos carinhosos, (ou não)???... Em casa, fui obrigada a aprender a tomar banho sentada numa cadeira, com toda a perna envolta em plástico filme, toalha e um saco de lixo. Isso aquece pacas! Quando acabava o banho, estava a ponto de tomar outro, de tanto que transpirava. Ora eu me sentia um pernil pronto pra entrar no forno, ora eu me sentia a própria múmia, toda dura. Tentei aprender a andar armada, (sim, Papito! Porque as muletas são armas, até que me provem o contrário, haja vista que a peixeira de São Francisco -Daniel- dispara até cinco tiros, eu estava praticamente com um par de bazucas). Aprendi a permanecer com a perna pra cima o máximo de tempo possível... (e como isso cansa). Mas a vida é uma caixinha de surpresas (rs), e após sete dias, quando eu pensei que tudo estava consumado, retornei ao hospital com o meu chinelo numa sacolinha, toda feliz porque pensei que voltaria caminhando e cantando e seguindo a nação... Ledo engano! A decepção foi infinatamente maior: colocaram gesso! A tal 'botinha de gesso'. Com salto. Absurdo! Volta o cão arrependido... O meu primeiro gesso foi igual ao meu primeiro soutien: branco, grande, pesado e todo mundo percebeu que eu estava usando. Pelo menos no gesso escrevi o que deu vontade, tirei fotos, fiz brincadeiras... Era para esperar mais sete dias convivendo (por assim dizer) com o gesso, mas no quinto dia eu já não suportava mais. Sábado dia quinze de março, tudo mudou! O gesso foi retirado. Me senti o próprio Mel Gibson em Coração Valente, gritando: FREEDOM! Naquela noite era aniversário do Jesiel... Ainda mancando, tive que apelar para a equipe de terceiros socorros para me conduzir até a casa dele, (agradeço a galera pelo ombro amigo-literalmente). Eu sabia que eles iriam me carregar em braços fortes que não fugiriam à luta. Descobri que a união faz a força, batendo meu próprio recorde de fama (bem mais que quinze minutos...). Tudo bem que depois disso, encarei várias sessões de 'geloterapia' (existe essa palavra?). Agora existe. Passei a contar os degraus, um por um, direitinho: DEZESSEIS. E agradeço a Deus todos os dias por esta vitória. E por saber contar até dezesseis, também. Aprendi muito com tudo isso. Principalmente que a pressa é traiçoeira.
Agradecimentos especiais a todos os colaboradores neste evento marcante.
Escrito por Rose às 01h11
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 FALE DE SEUS SENTIMENTOS, TOME DECISÃO, SE ALIMENTE CORRETAMENTE...
Se não quiser adoecer - "Tome decisão". A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problema de pele.
Se não quiser adoecer - "Busque soluções". Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se tranforma em doença.
Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências". Quem esconde a realidade, finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho, etc., está acumulando toneladas de peso... Uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raíz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
Se não quiser adoecer - "Aceite-se". A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.
Se não quiser adoecer - "Confie". Quem não confia não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em Deus, em si e nos outros.
Se não quiser adoecer - "Não viva sempre triste". O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. "O bom humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia.
Autor: Dr. Dráuzio Varela.
Escrito por Rose às 16h32
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 As curvas no caminho, meus olhos tão distantes, Eu quero te mostrar os lugares que encontrei Como o céu pode mudar de cor quando encontra o mar
Um sonho no horizonte, uma estrela na manhã De repente a vida pode ser uma viagem E o mundo todo vai caber nesta canção
Vou te pegar na tua casa, deixa tudo arrumado Vou te levar comigo pra longe Tanta coisa nos espera, me espera na janela Vou te levar comigo
Eu quero te contar as histórias que ouvi E nas diferenças vou te encontrar O amor vai sempre ser amor em qualquer lugar
Vou te pegar na tua casa, deixa tudo arrumado Vou te levar comigo pra longe Tanta coisa nos espera, me espera na janela Vou te levar comigo
Biquini Cavadão - Vou te levar comigo
Escrito por Rose às 08h59
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 Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima. Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é... Autenticidade. Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... Amadurecimento. Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é... Respeito. Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama... Amor-próprio. Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é... Simplicidade. Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes. Hoje descobri a... Humildade. Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude. Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é... Saber viver!!!
(Charlie Chaplin)
O blog Beleza Rara deseja que em 2008 todos possam se amar de verdade!
Feliz Ano Novo! Rose.
Escrito por Rose às 13h12
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Escrito por Rose às 06h23
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Escrito por Rose às 10h21
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14 DE NOVEMBRO - 03 ANOS DE KANTINHO  A nossa festa foi maravilhosa, apesar da chuva que teimava em cair. Mas nem a chuva nos desanima, porque a nossa união vale mais. Teve de tudo: presença marcada de pessoas inimagináveis para animar ainda mais a festa, pessoas desesperadas correndo para alcançar uma bexiga e explodir à força, na unha, chuva, campeonato de explosão de camisinha na cabeça, chuva, camiseta personalizada, chuva, apito, chuva, faca na cabeça, todos os hinos da Turma, chuva, bolo, chuva, fotos chuva e muito auê.
A cada dia que passa A Turma do Kantinho cresce mais. Começo a pensar se está na hora de encontrarmos um novo local para nossas reuniões. O fato é que estamos juntos, nas pedras ou nas flores que encontramos, nas retas ou nos desvios, nas lágrimas do que se perde, na alegria da conquista, no que nos diversifica porque somos diferentes, ou no que se assemelha, apesar de sermos diferentes... E em toda a diferença que fazemos. Estamos unidos, cultivando as antigas amizades, acolhendo as recentes... De tudo aquilo que vemos ou ouvimos com o coração e a mente atentos... Curtindo, mas sobretudo trocando idéias, tirando uma lição de vida. Aproveitando a essência da Amizade. Assim é a TURMA DO KANTINHO.
E que venha mais outros tantos aniversários.
Escrito por Rose às 03h34
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 Lá no kantinho nóis bebe de tudo o ke aparece kachaça de toda marka kem vai lá nunka se eskece nóis bebe contini puro e se o gelo tá duro põe na bunda, ele amolece
Lá nóis bebe tamarindo suko de limão kom soda Kuando nóis vai lá beber tudo o ke aparece é moda não tem essa de eskolher kem vai lá tem ke saber A Turma do Kantinho é foda
Nóis bebe vodka barata kome pão kom mortadela Até o poste se apaga kuando chega a cinderela exibindo o sutiã desfilando o eskarpin kom a kalcinha amarela
Nóis agrada todo mundo Nóis oneia os malokeiro Nóis anora fiká mêbado Nóis soletra os letreiro Nóis imita os artista filma tudo, põe na lista pois nóis é youtubeiro
Lá nóis troka até brutúfi Nóis bebe de todo jeito Lá nóis kochila, nóis dorme Põe gelo dentro dos peito mas todo mundo faz pose kuando chega dando klose o nosso ilustre preFEito
lá nóis brinka de tchu-tchu ke é o nosso batizado uma pessoa no meio e nóis tudo abraçado Em volta nóis vai girando Só se ve gente gritando: Tô de "D", tô fissurado
Lá nóis brinka de verdade ou desafio sem vergonha kompetição de arroto faz xixi sem cerimônia imagina se fumasse ou ainda se chupasse pirulito de makonha
Nóis brinka no meio da rua nóis brinka de fazer roda o mundo inteiro girando e ninguém se inkomoda Nóis kuase morre de rir lá nóis bebe até kair nóis é fino, nóis é foda
Tudo é motivo de farra Nóis faz de tudo um fuá Porke lá nóis pinga luxo até o dia akabá Nóis lá só não perde a linha Mesmo trokando as letrinhas nóis tá lá é pra kausar
Nóis da turma do kantinho komemora todo evento chá de kozinha ou noivado aniversário, kasamento um monte de gente linda ke não deskobriu ainda lugar melhor ke o relento
Lá nóis tem komunidade tem perfil e tem fotinha tem filme pra todo gosto até de uma kamisinha enfiada na kabeça kaso você se eskeça dá pra assistir na telinha
Lá no Kantinho a alegria achou lugar pra morar e se tiver alguém triste Nóis se empenha em animar é 'Babado e Konfusão' Lá nóis faz kopulação porke o amor está no ar
Tem gente ke tá na seka kasado ou só namorando tem gente ke kome 'keto' gente ke sai divulgando feliz porke enkostou alegre porke kausou passa a mão e sai gritando
No final tem o "M.C." kom fandango ou no varal Lá nóis trepa, lá nóis kome do kintal ao milharal se o mundo vai akabá nóis vai bebê e fumá e ploft! Komercial.
Homenagem do blog BELEZA RARA para a Turma do Kantinho 03 anos PLWL .... FOREVER! *Dialeto próprio apenas para kem konhece.
Escrito por Rose às 16h34
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Tem um lugar diferente. Lá, quase todos os finais de semana muita coisa acontece. É lá que um grupo de pessoas se reúne para fazer absolutamente nada. Mas é um nada feito com muito carinho, muito calor humano e esse nada acaba se transformando em absolutamente TUDO. Na certeza que dispensa provas, no respeito ao que nos contraria, na ternura que desvenda o silêncio e até nas indiferenças. Nesse lugar pessoas trocam idéias. Brincam, pulam, dançam, cantam, representam. Se abraçam, se beijam, se curtem. Compartilham. Lá acontece de tudo o que se imagina. E muito mais além da imaginação. Tumulto. Alguns goles. Gargalhadas. Confidências. Vários tragos. Imitações. Os risos se misturam à euforia. Ocasião máxima para se soltar, deixar rolar. Lá há espaço para todos. Para quem quiser, quem vier. Muitas são as vezes em que se permanecem lá até altas horas. Por ser divertido, tornou-se um local convidativo. Não precisa pagar pra estar lá. Porque sentimento não tem mesmo preço algum. Por este sentimento, todos se juntam, por este sentimento, todos festejam. Sentimento movido por um ideal: A AMIZADE. Sem data comemorativa, ou com um bom motivo pra comemorar. Aniversários, chá de cozinha ou absolutamente nada. Porque tudo é um bom motivo e qualquer motivo vira festa. Houve um tempo em que o clima esfriou e diversas vezes este local ficou isolado. Até que veio o desejo, a carência, o motivo, a razão... E é lá que o mundo estranho se faz igual. Na cumplicidade dos opostos e semelhantes, na lealdade ao que possa ferir nossos princípios, na crença daquilo que é inacreditável, um lugar onde as pessoas não são diferentes mas que com certeza, fazem muita diferença. Na distância que não afasta, no tempo que não apaga... ... Em tudo isto, e apenas isto, se sustenta a nossa Amizade! Prestes a completar três anos, o Kantinho tem provado isto a cada dia. Sim, é de lá que eu estou falando.
O blog BELEZA RARA tem o prazer de acolher em seu espaço as crônicas do Kantinho. Entre e fique à vontade.
Rose.
Escrito por Rose às 23h16
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O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis. Fernando Pessoa
A todos os meus amigos queridos, agradeço profundamente. POR TUDO.
Escrito por Rose às 02h15
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 Ei! Perdoa! É que eu amo demais e isso me atordoa à toa Às vezes me perco em pensamentos tolos Desculpe tenho medo Porque não olha pra mim? Vê que a dor também se instalou aqui Porque você finge não me ouvir? Ai, ai, ai, ai Se perdão eu já pedi
Ok, eu entendo Argumento ineficaz Agora só o tempo Mas veja, repara O tempo que conduz é o mesmo que separa Porque não volta atrás? Um amor assim não se trai Porque não vem me beijar a boca? Ai, ai, ai, ai. E só mais essa vez Perdoa
Perdoa o que eu disse Falei sem pensar A insegurança quis me dominar Perdoa se eu insisto Em querer tudo suprir Sei que o universo não se resume aqui
Perdoa essa loucura de querer te machucar Achando que assim você vai recuar Perdoa esse meu jeito De não dizer que sim Sei que o universo não se resume em mim
Escrito por Rose às 08h44
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 Quero, um dia, dizer às pessoas que nada foi em vão... Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena. Mário Quintana
Escrito por Rose às 14h18
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