Beleza Rara


Quero falar da pessoa que finalmente consegue dormir por horas seguidas após um verdadeiro armagedon pulmonar, que durou exatamente dezenove dias do mês de junho, os quais penso em apagar da memória.  
Nunca pensei que a presença de Anita fosse tão incômoda. E olha que em meio às inúmeras receitas, eu usei Mel, o bastante, mas não era Lisboa, e eu desconheço a procedência. Talvez por isso, não foi tão grande a eficácia.
Quando eu lhe disse nunca mais, não volte mais, melhor assim, eu estava falando a verdade. E quando eu lhe disse decidida:
saia da minha vida! Pois aquilo tudo era um absurdo, uma loucura... Por qual motivo insistiu em ficar?
Avassaladora, destemida, inconsequente. Tentei não me submeter aos seus caprichos. Não foi suficiente. Pois, contrariando as estatísticas, ela reapareceu.
                                                
Me fez sofrer,
me fez chorar,me  fez delirar, me desconcentrou, me desafiou. Quase me deixou louca. Virei sonâmbula. 
Várias situações me surpreenderam, com este inusitado regresso.              
...E mais uma vez ela voltou. Dias depois me procurou, para me alertar de que não era necessariamente o fim.
De repente as coisas mudam de lugar. E quem perdeu pode ganhar. Seus sintomas presos na minha garganta - e nos meus pulmões - e o medo da verdade. Era quarta-feira, fim de tarde. Em meio a uma devastadora crise ela se aproximou, como se quisesse tomar posse.
Tirou o meu ânimo, tirou a minha voz, e, por alguns instantes inconscientemente, cantarolei
'take my breath way'... Porque até o fôlego me foi tirado  - literalmente - em espasmos cada vez mais constantes.
Tive medo.
Pedi ajuda.
Estava ficando escassa a fonte de recursos financeiros, na tentativa de livrar-me daquela companhia indesejada, pois até nisto, ela fez questão de arruinar-me. Quis usufruir de cada centavo meu. Exigindo mais de mim. 
Enquanto isso, eu me esforcei inumanamente para repetir várias vezes:
"Ar, quero ar pra 'beber'!  Quero sangue correndo, pulsando, fervendo e queimando você.
Mais! Quero mais é te perder! Que uma onda te leve, te afogue e te entregue a quem for, mas te faça desaparecer".
Porque eu simplesmente não estou mais disposta a sofrer por você, pode tentar, não vou permitir. Pode se arrastar gritando porque eu não vou dividir minha saúde e meu salário com você,  PneumoAnita interesseira!

Paráfrases das músicas:
Dois - Paulo Ricardo
Take my breath way - Berlim
Quero mais é te perder - Isabella Taviani
Megasena - Zéu Britto



Escrito por Rose às 00h55
[   ] [ envie esta mensagem ]




 Ela chegou, de mansinho. Como quem não quer nada. Sorrateiramente invadiu-me.
Sem pedir licença, foi ganhando espaço e simplesmente apoderou-se. Quando percebi, estava entregue. 
Aos poucos, tudo o que eu sentia era consequência da presença dela, que cada dia fazia questão de me envolver mais e mais.
Por alguns dias ela ganhou destaque em minha vida.
E a minha rotina transformou-se completamente.
Ela me fez perder o sono, a calma, a fome. Literalmente me tirava o fôlego.
Difícil suportar, ser paciente, gentil em determinadas horas, sobretudo por me sentir sufocada, sem forças para reagir.
Por causa dela me isolei por uns dias. Resisti. Não posso me entregar assim. Os atrativos que me induziram muitas vezes a alimentá-la, hoje não me interessam mais. Precisei escolher. E eu escolhi viver sem ela. Porque sou mais forte. Porque me amo, acima de tudo.
Se depender de mim, nunca mais ela se aproximará da minha pessoa.Será um alívio, uma vitória saber que me libertei dela. Jamais sentirei a sua falta... Broncopneumonia!



Escrito por Rose às 01h29
[   ] [ envie esta mensagem ]




Não tenho escrito muito por aqui pois minha vida está bastante bagunçada em vários sentidos. 
A impressão que eu tenho é que o ano, pra mim, só começou agora em junho.
Algumas coisas não mudam e não têm solução e as pessoas têm muita dificuldade em aceitar isso. Eu não sou diferente. Mas as coisas que eu consigo modificar, eu bem que tento. Algumas consequencias são até previsíveis. Outras nem tanto.
Pensei em escrever algo sobre acontecimentos e locais que de certo modo, mexem comigo, inevitavelmente.  Refleti bastante e cheguei a conclusão de que me sentiria irritada, nervosa, triste e  sem dúvida acarretaria uma descarga de energia negativa da qual eu tento fugir dia após dia, nem sempre com sucesso.
Mas se tiver como evitar, que assim seja. Então vou falar do que está me incomodando no momento,  mas que de certo modo não causa mal a ninguém a não ser a mim mesma.
Quero mesmo é falar de falta de ar, de calafrios, de noites sem dormir, de garganta inflamada, de graus excedentes de febre, de dores musculares,  de crise de tosse que faz perder o equilíbrio do corpo, de metros e metros  de papel usados - 26 rolos até agora - de horas de espera por atendimento, de quantias nada agradáveis deixadas em drogarias, de erupção bucal, de falta ao trabalho, de falta de ar, de noites  sem dormir... etc, etc, etc...
É assim que  eu estou me sentindo há uma semana.
Após os exames, 2 horas na sala de observação e 03 raios x, o diagnóstico: Princípio de broncopneumonia.
Na lista de um imenso receituário, pude ler, entre outros 05 nomes: PENICILINA.
Nossa! Inconformada, perguntei: PENICILINA? Sim, está correto. PENICILINA .
Então tá.
Voltei e efetuei a compra mais absurda dos últimos tempos. Muita droga. Muito caro.
No segundo dia, tudo simplesmente resolveu se intensificar. Voltei ao hospital para um retorno singelo e fiquei de molho por mais quatro dias.
Ah! Não quero mais brincar disso, é chato.  Estou me sentindo em fragmentos... Mas penso que fragmentar-se é necessário para estar sempre em construção.
É permitir-se novas cores e formas, novos ângulos, novas perspectivas e novas interpretações. Mas tem que doer assim?
Agora estou diante de uma caneca de quentão cujos ingredientes são apenas medicinais: gengibre, cravo,  canela e mel.
Tenho que pensar em tudo isso como um aprendizado.
Fragmentar-se ao contrário do que possa parecer, é uma chance de crescimento, assim eu penso... Bem estou com febre.
Boa noite.



Escrito por Rose às 00h20
[   ] [ envie esta mensagem ]




Não sei se devo acreditar, mas achei tão curioso que resolvi postar. 

 

Descrição do meu signo no horóscopo chinês:
 

As pessoas deste signo tem um forte poder de sedução.

Adoram a vida social e, além de energéticos, sabem dar ótimos conselhos a quem precisa de orientação. 
Possuem também um dom natural de humorismo.
Sua companhia é muito procurada...

Geralmente tem muitos amigos, isso por que são muito fáceis de conviver e tem esse encanto inerente ao signo.
São francos e honestos, mas de uma forma suave para não chocar quem os cerca.
Gostam de festa e reuniões movimentadas.
Tratam os amigos e parentes de uma forma especial e não se importam em dividir com eles o fruto do seu esforço.
Quando são traídos, buscam a serenidade ainda que sofram. Quando são pressionados ou quando sentem medo, isolam-se.
S
ão cautelosos e pacientes, sabem administrar inusitadas situações.
Adoram estar em grupo e raramente ficam quietos.
Adoram a diversão e valorizam a amizade. Doam-se.

Ainda que não corrijam os seus erros, tem a capacidade de reconhecê-los.  Muitas vezes poderão faltar a um encontro, por estarem envolvidos n'outro assunto. Apresentam-se inseguros e quando vencem a insegurança, deixam-se dominar pela indecisão. Questionam incessantemente, sendo muitas vezes mal interpretados, mas renunciam uma atitude se esta não for satisfatória.
Gostam de ambientes arrumados e limpos. Detestam gritos e autoritarismo. São extremamente sinceros.  
Choram com facilidade. Preferem sofrer calados a falar sem razão.  

 Melancólicos e exagerados, são confundidos com rancorosos e vingativos, mas apenas buscam esclarecimento e necessidade de serem notados. Não admitem traição.  São enigmáticos e ao mesmo tempo absolutamente expostos.  Amam a natureza, são apaixonados, extremamente fiéis - no amor, na amizade e na profissão. São repetitivos porque buscam auto-afirmação. Sua saúde é visivelmente abalada  pelo emocional. A ansiedade e a transparência são as principais características.

Gostam de estar envolvidos em várias coisas e adoram dar a sua contribuição à comunidade. O seu caráter independente e persistente serve melhor para pequenas empresas. São geralmente bem sucedidos nos negócios, no contato com as pessoas, na escrita e criatividade. Com uma aparência cuidada podem ter conversas agradáveis e tem muito bom gosto para a decoração.
Excedem em cuidados com a saúde. 

 

...Desculpem a ausência!



Escrito por Rose às 02h41
[   ] [ envie esta mensagem ]




Tanta coisa acontecendo e eu aqui tentando não deixar de postar.
Doce madrugada de uma data qualquer, que me enche de encantos, que me faz refletir.
Estou aprendendo com o cérebro a aquietar o corpo; estou aprendendo a entender certas coisas, aceitar algumas que realmente eu sei que não conseguirei modificar e, de verdade, tentando mudar as que eu sei que são possíveis.
Sei que não é tarefa fácil não desistir diante de uma derrota; é necessário ser perseverante até que a vitória chegue. Parece que quanto maior o desafio, mais as pessoas começam a entender o significado da sua colaboração individual. É assim que estou me sentindo.
Surpreendi-me aceitando o que eu julgava inaceitável, compreendendo o que antes me recusava a ouvir, me interessando pelo que sequer despertava minha curiosidade e, principalmente,  me conhecendo. Estou gostando disso. Estou aprendendo a me amar. Ouso declarar que estou sendo mais paciente, confiante.  Estive pensando em contradições e ressentimentos que se acumulam no dia-a-dia e que nos causam dor e sofrimento.
Entendi que todo e qualquer evento positivo ou negativo que me aconteça, só é possível com a minha permissão.
Quando a gente se abre o verdadeiro amor e aprendizado acontece. Cada um de nós tem dento de si a força de mudar as coisas.
Na verdade, arrepender-se já significa mudar. Quando enfrentamos dificuldades devemos agradecer pela oportunidade de praticar nossa força, pois é para isso que estamos aqui.
Talvez só precisemos de alguém para nos mostrar quem somos por dentro.
Talvez seja isso que estejamos procurando de modo tão desesperado - quem reconheça a bondade que sentimos sobre nós mesmos, mas que hesitamos em compartilhar. É preciso plantar nossas sementes, mesmo que haja nuvens no céu.
Pense nisso hoje.



Escrito por Rose às 06h42
[   ] [ envie esta mensagem ]




"Não espere para compreender o poder e a beleza quando já tiverem desaparecido. Use filtro solar!"

Segundo Hugh Prather, escritor renomado, pessoas felizes são suspeitas. Eu concordo. 
A felicidade ocupa um papel incrivelmente pequeno na vida da maioria dos adultos. Parece algo suspeito. Eu prefiro fazer parte da minoria que está sempre de bem com a vida, mesmo quando se está desprovida de um tostão furado, um puto, por assim dizer. Esta minoria que tem responsabilidade acima de tudo. Que cumpre seus deveres e suas obrigações, que ri descaradamente, que dá importância a momentos mágicos, que se rodeia de pessoas queridas para simplesmente viver a vida.  Porque a vida foi-nos dada realmente de presente com um propósito. 
Na verdade, pessoas felizes demais muitas vezes são consideradas meio esquisitas, até perigosas.
É possível que nos sintamos realizados quando nosso time ganha, quando vamos ao show do nosso ídolo, quando obtemos um reconhecimento. Mas experimente sair pelo shopping correndo e cantando 'cara-caramba-cara-cara-ô' a plenos pulmões sem nenhuma razão aparente prepare-se, pois é bem provável que você seja interpelado pelo segurança. E quantos seguranças invisíveis - que desconhecem a alegria e o prazer da vida - nos cercam e nos julgam quando se deparam com nossa felicidade! Dentro de nós existe um lugar onde entramos em contato com o eterno e o belo. Não importa quanta dificuldade tenhamos que enfrentar, ou quantos seguranças tentem nos impedir, tendo fé, saúde, coragem e amigos de verdade, nos tornamos capazes.
Ame-se mais.  Liberte-se. Durma melhor. Trabalhe. Conheça  Zurique! Adoro Zurique!

Wear Sunscreen!



Escrito por Rose às 02h28
[   ] [ envie esta mensagem ]




Enfim, dezenove de janeiro de dois mil e nove.

O dia amanheceu nublado. Silencioso. Abafado.
Não perdi a hora como imaginei. Pelo contrário, acordei bem disposta. Como tinha ainda alguns minutos extras, aproveitei para recordar o que vivi nos últimos trinta e sete dias. As imagens mais nítidas que me rondavam a mente eram da tarde de ontem.
Das risadas e vozes espalhadas pelo quintal da casa da  Híria, no aniversário do Gi. Da massagem relaxante feita pelo Haroldo. Do milho fumegante no pratinho - porque o mundo é dos pratinhos - e dos espetinhos saboreados a céu aberto, no Centro de Mauá, ao cair da noite...
Imagens marcantes se formaram em minha mente, como uma película. As paisagens que eu fotografei, os locais por onde andei, a alegria de quem esteve ao meu lado, a culinária do Tote, as gargalhadas do Du no cinema, as músicas que o Tico cantarolou, a folia na 25 de março, as frases engraçadas do Le, erguendo a mão como num juramento - adoro Zurique! - as peripécias do Giva na rede, o penteado da Nice, a falta do que fazer de vários dias seguidos...  Lembrei das vinhetas do Gleisson que viraram hits - "to adorando!", o beijinho doce interpretado pela dupla Le & Gi, a abundância da Híria, a começar pela garganta estridente, a perfomance da Tainá desfilando, os clipes reinventados pelo Juninho, com direito a coreografia, as conversas com o Diego, a companhia do Fe, todas as placas de carro que viraram siglas, as músicas que eu curti, as aventuras que eu vivi, o encontro com a Jorgetche, a letra 'O' imitando a Madonna - zapt! - A Dona Hilda posando para fotos, a cabeleira de Celião "T", as viagens que eu fiz, as descobertas, enfim, quanta coisa num resumo, como  tudo foi maravilhoso.
Levantei.
A preguiça peculiar da segunda-feira estava por toda a parte. Parecia que eu estava protagonizando uma versão do filme " O dia em que a terra parou" - mais conhecido como: "Tomara que o mundo se acabe" - segundo o Juninho.
Lá fora, total monotonia. Ponto de ônibus vazio, ruas desertas, poucas pessoas circulando. Intrigada, olhei para o relógio. Tudo certo com as horas.
Vinte e cinco - pitutos, pato - esperando e eis que o ônibus do meu itinerário aproximou-se.
Fui curtindo minha nova seleção musical, durante o percurso. Passei pela padoca, farmácia, sacolão, para aquisição dos suprimentos do dia.
Cheguei.
Ouvi um brado de boas vindas. Em seguida, fui bombardeada  por perguntas curiosas, todos querendo saber como foram as minhas férias. Recebi abraços calorosos. Beijos estalados e apertões de bochechas. Confesso que isso me fez um bem enorme.
Atrás da brasa de um hollywood  filtro vermelho, um homem alto, comunicativo, de pele clara, trajando roupa social, estendeu-me a mão para um cumprimento. Fui apresenatada ao meu novo colega de trabalho.
O período da manhã passou rápido, enquanto me reorganizava, arrumando as gavetas, assimilando as novidades. Tratei de remover da área de trabalho da máquina que eu uso a imagem ainda alusiva  ao natal, agora apenas lembrança da correria do fim do ano, a figura lembrava uma moldura empoeirada, desbotada. O dia passou tão rápido em meio a papelada, reunião, organização, queda de conexão, ligação, informação, agitação...
Só ao olhar o relógio as 18h00 me dei conta: acabaram minhas férias. Agora é hora de recomeçar. E lá vamos nós!  
Mas o melhor de tudo é ter fé e coragem; poder contemplar a vida, ter saúde, ter AMIGOS.
Graças a Deus.



Escrito por Rose às 02h50
[   ] [ envie esta mensagem ]





Fim de semana, fim de férias, fim de horas na internet,sem compromisso, fim de novela...

É.
Tanta coisa pra contar, nem sei por onde começar.
Dizem que pelo começo é sempre o mais certo, porém eu tenho todas as idéias e fatos, totalmente  fora de qualquer filosofia, nada tem pé nem cabeça, que dirá começo, meio e fim...
Mas é o fim: de tanta coisa - da novela das oito por exemplo - que na verdade começa as nove e quinze. Acabou! Finalmente!
Nem sei como durou tanto. Acho que se não fossem as propagandas de carro, celular, tintura de cabelo, perfume, entre outras, já teria acabado há uns cinco meses.Até estava interesante, mas como era de se esperar, tudo ficou muito previsível, e sem o sabor do suspense, a graça toda e a vontade de permanecer  assistindo, se foi.
Enfim, adeus vício. Adeus beijinho doce!
Até que eu seja acometida de novo por outra coisa que prenda a minha atenção. E me arrependa amargamente, depois de tantas horas perdidas.
De repente, vejo três robôs  pinotando, na tv, ao fundo.
O velho batidão da vinheta mais execrável já conhecida e, de quebra, a voz do medo interpretada pelo Bial, anunciando mais um BBB. Socorro!
Prefiro voltar ao meu mundo onde tudo é real, e o que é melhor muito mais alucinante. Com direito a um beijinho doce na face pálida da Jorgete.
Estive em locais maravilhosos nestes últimos dias.
Foi muita adrenalina, descoberta, gargalhadas fantásticas e momentos incríveis. Foram as primeiras férias que eu tirei realmente longe do local de trabalho. Fui à Americana, Extrema, Monte Verde, Caçapava, Aparecida do Norte e Cambuí.
Assisti a vários filmes legais, entre eles: Bolt - o supercão.
Aprendi que não precisamos ser super-heróis para sermos grandes amigos. Li bons livros. Saí de rolé com toda a turma, ora para a casa de alguém, ora para qualquer lugar, sem rumo. Foi tudo muito lindo.
Nessa última semana fiz uma bateria de exames, uma espécie de check up geral. 
Para tudo e chama a NASA. Quero falar de avanço tecnológico.
Quase quarenta dias de férias e eu nem beijei na boca, nossa, não fiquei com mais ninguém além de uma câmera.(kkkk)

Por fim, aconteceu o aniversário do Gi, foi lindo. Bem, para isso precisarei de outros tantos parágrafos.
No mais, acompanhem com moderação a revolução que acontecerá por aqui. 

"To adorando"



Escrito por Rose às 02h46
[   ] [ envie esta mensagem ]




São Paulo
Férias. Agitação. Festas. Momentos inesquecíveis para recordar.
Aventura. Muita badalação. É, muita coisa aconteceu nesses dias em que estou de férias. E ainda falta acontecer muito mais.
Foram dias para aproveitar cada instante, para viver intensamente cada momento.
Muito serviço doméstico, é verdade, mas também muitas gargalhadas ao lado de pessoas queridas, muita adrenalina.
Estive em Americana com o Teco, foi maravilhoso, rimos e cantamos muito antes, durante e depois da viagem.
Algumas vezes a turma quase toda se reuniu para noites sensacionais de alegria.
Parafraseando Raul, fiz um check up geral da situação, o que me levou a reler alguns livros, conhecer outros novos, enfim, estou me reorganizando.
Também estive em Extrema e conheci Monte Verde, MG.
Tudo muito lindo e mágico, uma paisagem indescritível, momentos encantados, que se pudesse pararia o tempo, prolongaria as horas.
A cachoeira, o céu estrelado, o branco das nuvens, o azul do céu,  o amanhecer e o por-do-sol...
Sem essa de lista de planejamento como aquelas em que a gente escreve: "esse ano eu vou" (...)
Na verdade, a ano que acabou nos mostrou muita coisa bonita. Estive pensando em todas as pessoas que se reencontraram, em muitas que conseguiram emprego, outras que foram promovidas, algumas que adquiriram bens, outras que se curaram, outras ainda que encontraram o sentido verdadeiro do perdão. Pessoas que enfrentaram dificuldades e contratempos e provaram que é possível vencer quando se tem fé.
Que neste novo ano, tudo de bom possa acontecer a todos.



Escrito por Rose às 16h34
[   ] [ envie esta mensagem ]




Penso que sou uma pessoa de sorte por viver momentos especiais, ao lado de pessoas tão *mara!
O dia vinte de novembro foi incrivelmente bem-vindo. Ano passado eu sequer comemorei. Este ano eu recebi a notícia de que além de comemorar a data - Dia da Consciência Negra -  ainda ía emendar o feriado. Melhor que isso: recebi a primeira parcela do salário do mês *13. Uia! D$i$n$h$e$i$ro!
Pense numa pessoa mais feliz do que pinto no lixo. O dinheiro cobriu as contas do mês. Ebasss!  Adivinha o que me aguardava?
Sim (papito)! *Minagerai... Oh! *Minagerai! Eh largo!
Cá estamos nós de novo, novamente e outra vez. U-hu! Eu, Du e Vinicius. Um truelo de três. ô trem bão,sô!
Risadas ao som de muita música nos guiou durante a viagem. Que viagem!
É verdade que o Viny dormiu um monte. Mas enquanto conversávamos, éramos surpreendidos pelas gírias mais *inabsurdas. - Existe esta expressão? Bem, agora existe. - Tudo muito sinistro e ao mesmo tempo inocente, mas acima de tudo divertidas. Paramos naquele restaurante *chiquetoso cujo nome e logotipo mostra um Frango Alegre. Gritamos para o Viny acordar, pois até então ele *nem.
Comemos, voltamos e o Du dando uma de mãe *Dinada, previu que chegaríamos em Três Corações precisamente as 04h13 *pitutos, pato... kkkk
Mano, pura doideira, véio! - Estou vendo a cara do Du quando ler isso. No mínimo vai expressar um: "SSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS" - (...)
Conversávamos e cantávamos alegremente quando na rodovia escura nós vimos não uma senhora de vermelho, mas um caminhão que se aproximava cada vez mais rapidamente de encontro ao cavalete... Ufa! Ainda bem que o reflexo do Du - que nem era da L'oreal, assim  como a chocolateira - estava à *pampa.
Altas emoções nos invadiram neste momento e instantes depois estava eu diante de uma pessoa chorona, nervosa, trêmula...
Tadinho do meu Dudu. Paramos.
*Five pitutes duck - after kkk² - escutei a pessoa proferir: "tremo". 
O Du desceu do carro para tirar a água do joelho e de algum maneira, eu nada senti referente ao ocorrido. Deve ser coisa dos florais de Bach, quem sabe...
Melhor assim. Neste evento perdemos exatos seven pitutes, duck kkk³ - Chegamos as 04h20. E penso que mãe Dinada estava cada vez mais certa ao abandonar o seu posto.
A nossa recepção não poderia ter sido melhor. Nos recolhemos, acordamos quase meio-dia da quinta-feira, uma beleza.
Após o café, fomos conhecer o local onde a Dé está *dando um trampo - lá na Celso Salgados - e voltamos. Fizemos compras e à noite o Du fez macarronada - quem se lembra do comercial do astronauta? - Noite linda. Povo siliz, tudo de bom.
Sexta-feira: acordei após nove horas seguidas de sono. Um feito histórico. Mais um dia sem nada para fazer. Vidinha mais ou menos. Senta, levanta, come, dorme, ri, ploft...
Repete-se  inúmeras vezes cada uma dessas ações e isso é tudo.
Sábadão: Após várias horas de sono, despertamos para mais um dia de nada de novo pra fazer, estou começando a acostumar com isso. Medo!
Pressão: 14X09. Melhor impossível. A dor do trapézio passou, acho que os palhaços pediram demissão e todo o circo também. Feijoada do *Bonitão.
Adoro!
No mais... de novo: estou indo embora, baby! 
*(dialeto próprio)

P.S. "Mas vai abalar, mas vai abalar, todo esse lugar quando Ele passar" - essa é a trilha sonora que está passando neste momento enquanto posto.



Escrito por Rose às 21h27
[   ] [ envie esta mensagem ]




Aos quinze dias do mês de novembro de dois mil e oito, a Turma do Kantinho se reuniu para a celebração de mais um aniversário.

Não teve bolo, mas teve alegria.  Muitas pessoas não puderam comparecer, mas foi divertido mesmo assim, com quem se fez presente. A princípio ficamos no nosso local de origem, mas por circunstâncias inexpressivas, saímos de lá, para darmos continuidade a uma noite mara! Fomos ao Habib's e depois à Avenida Portugal.

Estiveram presentes além de mim: Du, Tico & Teco, Grela, Diego, Kika, Celião, Gi, Kinho, Marcelo, Luizinho, Rodrag, Jéssica, Michele, Renata, Jonatas e Giane...

Rimos muito. Foi uma noite agradabilíssima. A lua foi nossa companheira, linda e brilhante.

Penso que não precisamos ir muito além para encontrarmos a felicidade.

É verdade que muitas vezes corremos de um lado para o outro tentando encontrá-la. Esperamos que tudo se resolva num passe de mágica e assim, uns fogem de casa para serem felizes e outros fogem para casa  para serem felizes. Uns viajam para serem felizes, outros trabalham além do normal para serem felizes.  Muitas vezes acreditamos que nunca o fruto está maduro, nunca o vinho está no ponto, que sempre falta algo mais.  Porém há uma forma melhor de viver!

A partir do momento em que decidimos ser felizes, a busca pela felicidade chegou ao fim. É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa. E jamais está à venda. Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós para ter alegria, estamos fadados à decepção. A felicidade não tem nada a ver com conseguir. Consiste em satisfazer-nos com o que temos e com o que não temos.

Poucas coisas são necessárias para fazer alguém feliz. As necessidades de cada um de nós são poucas. Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar, alguma coisa a esperar, já teremos motivos de sobra.

Estar ao lado de toda a Turma, ou de boa parte dela, me traz a certeza de que bons momentos podem ser eternizados. 

A única fonte de felicidade está dentro de cada um de nós e deve ser repartida, como se espalhássemos perfume sobre os outros. E dessa forma sabemos que é possível que algumas gotas acabem caindo sobre nós mesmos.

A todos, desejo os mais sinceros cumprimentos de saúde, paz, alegria, união, confiança e respeito. Hoje e sempre!
E é claro, a Turma do Kantinho sempre será sinônimo de FELICIDADE.



Escrito por Rose às 13h03
[   ] [ envie esta mensagem ]




E os acontecimentos não param.

 

Não bastou aquela operadora fazer um tumulto na vida das pessoas, nem Obama ser eleito presidente dos Estados Unidos semana passada. Até a Madonna em seu show, fez uma homenagem ao novo morador da Casa Branca. Aliás, Lula e Madonna devem se encontrar assim que ela desembarcar para turnê aqui no Brasil. Interlocutores negociam uma visita da cantora a Brasília. Qual será a manchete? Zé Bob que se cuide, porque ela será sem dúvida a favorita. De quebra, Ronaldo Ésper, se jogou na balada Trash 80's e foi à loucura quando tocou "Folia no Matagal". Fez strip-tease e ficou apenas com óculos escuros brancos, - à La Copélia - prefiro não comentar!

Mesmo assim, aqui bem pertinho, algo inimaginável superou tudo isso.

Sábado a turma do Kantinho não se reuniu. Apenas alguns integrantes compareceram à casa da Híria para prestigiar a Mônica, pelo aniversário.

Saímos de lá, o Fe me deixou em casa com a promessa de voltar logo mais à tarde.

Sim (papito!), não só voltou como voltou outra pessoa. Totalmente transformado, roupa nova, mais parecia um gif animado, - no caso dele, estático. Fe, não me bata. – Todo lindinho, carro impecável, puro brilho... E fomos visitar Tico e Teco.

Entre um drinque e outro - meia de seda, porque somos pessoas finas - conversamos muito, rimos como loucos.  Permanecemos por lá até meia-noite e voltamos.

Muito mais significativa que todos os fatos anteriores juntos, a atração principal da semana estava prestes a acontecer em minutos. Foi algo digno de primeira página nos principais meios de comunicação. Não poderia ser diferente, sendo o protagonista alguém simplesmente fora de cogitação.

Senhoras e senhores eu estou falando do Fernando, o ‘prefeito’ da turma.

A seguir, um breve relato que ficará para a posteridade. Tirem as crianças da sala.

Telefonezinho tocando... U-huuu!

Vi um número estranho, quem será? Atendi.

- Alô?

- Necessito pedir um favor... Anote este número de celular.

- Fe???

- Oi Frufru..
- Já chegou? Que número é esse? Anotei. Pode falar.

- Não cheguei não, na verdade, vou demorar um pouco mais a chegar a minha casa.

- Certo. Anotei o número, você esqueceu o seu celular na casa deles, está tudo bem?

- Sí... (longa pausa) Eu necessito de um imenso favor. Será que você pode ligar para os
  meninos e pedir-lhes para me acompanharem aqui?

- Ah! Sim, certo, mas onde você está e de quem é esse número?

- Ah, é da... (Como é mesmo o seu nome? – ouvi perguntar) – Fran. É o nome da dona do celular. Você anotou?

- Sim, mas o que houve? Fala logo, você está me assustando.

- Não se preocupe, está tudo sob o mais perfeito e absoluto controle, Frufru.

- Tudo bem, vou ligar para os meninos e falar o que pra eles? Que você ligou e precisa falar com eles?

- Bem, na verdade é que houve um pequeno contratempo, mas está tudo bem, não se preocupe.

- Como não, pessoa? Você saiu daqui a menos de vinte minutos, esqueceu o celular, ligou de um número estranho, me pediu para anotar e ligar pedindo  ajuda
aos meninos, eu estou ouvindo vozes e barulhos e você nesta calma toda. Fala logo, que a minha pressão já subiu!

- Caaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaalma. Foi apenas um pequeno contratempo como já lhe falei.

- Que tipo de contratempo, Fe?

- Não se assuste, é que eu sofri uma pequena colisão...

- Ai, que susto! Nossa... (caiu a ficha) O QUE?  FERNANDO, VOCÊ BATEU O CARRO? ONDE VOCÊ ESTÁ?

- Eu estou na frente de um motel... Acho que se chama Taj Mahal, mas está tudo sob controle, não se preocupe, se você puder ligar pedindo a eles para virem 
aqui, me buscar eu agradeço bastante.

- Ai, Senhor, como que foi isso, Fe? Você está bem? Machucou? Não! Não responde. Devolve o celular da moça, ai meu Pai, eu estou ligando para eles, aguarda aí,
que eu vou pedir ajuda. Ah! Não liga pra sua mãe ainda, ok?

(Quando pronunciei: Ah! só ouvi: tu-tu-tu-tu-tu... Ele desligou).

Liguei imediatamente para a casa do Tico e falei com o Teco. Combinamos de ele passar aqui e me levar ao local.

Cinco minutos depois...

Telefonezinho tocando... U-huuu! Fui atender. Pensei que era o Teco que já tinha chegado.

Olhei no display, era o número da casa do Fe. (Ai! Eu mato o Fe! - Pensei).
- Alô? (...) (fingindo-me de divisória)

- Rose? Por favor, me fale onde fica o local que o Fernando bateu com o carro...

-Sim, foi aqui pertinho, mas está tudo bem.  Estamos indo pra lá, não se preocupe. (...)

Expliquei tudo, esperei o Teco, fomos até lá. A ocorrência já havia sido registrada.  Estava tudo bem.

Pela visão, dava pra chorar de susto. Mas tivemos a certeza de que foi a moça quem estava errada. Ufa!
Mas cá entre nós, que não foi uma pequena colisão, não foi mesmo.
Adoro pessoas calmas. 
Fe, eu te amo. Parabéns!
Ah! O celular o Teco levou, mas não achava para devolver pois havia caído no carro. Detalhe: estava sem chip.

E a semana continua... PLOFT!



Escrito por Rose às 03h33
[   ] [ envie esta mensagem ]





Comecei a fazer a caminhada minha de cada dia...
Pensei até que fosse mais longe, do local de trabalho até em casa.  Nada que meia-dúzia de músicas no meu mp3player não resolvam. Verdade que tem garoado bem na hora de da minha prática diária de exercício, mas nem por isso me deixo abater. Tirando o cavalo e o peito nu, é legal andar com o cabelo ao vento, mesmo sabendo que depois não entre um pente, nem pela misericórdia do cordeiro.  Também tem um lado exótico caminhar numa avenida onde melancias me acompanham.  Isso sem precisar alterar o meu estado psíquico.
E eis que os últimos dias foram pra lá de agitados,  com compromissos inimagináveis. Um luxo!
Sábado logo cedo, fomos ao shopping pesquisar e comprar um celular. Lojas abarrotadas de gente que teimava em querer cadastrar o tal chips* - sim, papito! Ouvi várias vezes esta expressão e nem se tratava da Elma - e na seqüência, desbloquear   seus aparelhos.
Vendedores mal-humorados, despreparados, ignorantes. Em uma loja um deles se destacou. Não por ter  educação, mas pela avidez de ganhar sua comissão.
Atendeu-me rapidinho, só não conhecia o produto. Mas como eu conhecia, comprei. Porém fui notificada que precisaria desbloquear o aparelho, mas que só poderia fazê-lo em até 48horas. Mintchira!*
Correria total - minha e do Tico - no resto do dia, para sairmos a tempo de ir ao níver do Glub e do Rafa. Foi legal. Local Mara! Teatrix,  Av. Paulista.
Na volta ríamos como dois desesperados.  Por fim, não resisti e cochilei horrores pouco antes de chegar a minha casa.
A noite acabou.
Acordei e já era domingo. Estava atarefada outra vez.
Expectativa total – minha e do Tico - pra buscar o Teco no aeroporto. A qualquer momento ele ligaria pra avisar o horário do vôo, mas isso só aconteceu no fim da tarde. Uma folia.  E lá fomos nós, cantarolando, xingando o povo no trânsito, rindo de tudo. Lá, presenciamos de tudo um pouco. Até uma bengala com vida própria. Pechinchamos valores de algo comestível - o que é praticamente impossível - num local onde se vende uma garrafa de água mineral por R$ 4,40. Total falta de absurdo, como diria a Célia. Fomos à capela ecumênica, rimos da decoração, do silêncio e do ofurô que tem lá. Enquanto esperávamos, tudo era motivo para mais sátiras e gargalhadas. Finalmente decidimos comprar um lanche natural composto de uma massa gelada verde, com algumas folhas amassadas dentro, um pouco de maionese e salmón*, segundo a atendente da lanchonete.  Salmón?
Enfim o Teco chegou. Foi uma algazarra. Ganhei de presente uma pistoleira do Nordeste. Hilário!
O Marcelo também fez questão de ir ao aeroporto e voltamos juntos. Deixamos o Marcelo em sua casa e antes de entrar em minha casa, um breve hot-dog em frente à Coke Luxe se transformou num motivo para presenciarmos discursos inflamados de duas pessoas que se queixavam de suas respectivas (ex) namoradas...
Descobrimos que estávamos suaves* - segundo o seu linguajar - enquanto que as pessoas em questão estavam de Bagdá pra lá, vítimas de substâncias suspeitas e de cachaça, karai!*
Fim de noite do domingo.
Boa noite.
Segunda-feira: Dia corrido. Adoro! O telefone da empresa não parava de tocar. Loucura total!
Fim do dia foi outra aventura voltar à loja daquela  operadora para desbloquear o celular. Duas horas e quarenta minutos esperando, ouvindo alguém narrar  todas as suas experiências com o seu chips*. Não que aquela pessoa fosse proibida de falar, eu mesma também adoro narrar meus ocorridos - tanto é , que cá estou eu a descrever alguns aqui -, porém ouvir repetidas vezes comentários sobre UM chips*...  Gente!  Era a mesma pessoa do sábado. Mintchira!*
Ainda bem que encontrei o Adil e ficamos rindo e falando em nosso próprio dialeto o tempo todo. Acho que se não fosse isso, os meus tímpanos teriam sofrido uma depressão.  E descobri que o meu aparelho nem precisava ser desbloqueado, nem cadastrado, pois eu já havia feito tudo isso e pelo telefone,  inclusive testado, mas o vendedor garantiu que mesmo assim eu tinha que comparecer a uma loja em 48horas,  fui.  Pára tudo e chama a NASA!  A atendente nada mais fez do que meter o dedão de bolo no visor do aparelho e sujar.  Ligou, desligou e falou: está tudo certo com o seu aparelho, senhora... Mintchira!* Pois voltei à loja e procurei o bendito só pra falar que ele não sabe o que está vendendo e que, por favor, não repita o mesmo erro com o próximo cliente, a próxima vítima.
Uma confusão. Um folclore. Mas deu tudo certo. Agora  sou quadriband... Pura tendência.
Enfim chegou terça-feira. Formatura do Tico...
Correria na hora do almoço para  chapar o cabelo. 18h30 estávamos no teatro. Aflição total porque o Teco não chegava com os convites, não atendia ao celular.
Soubemos depois que em uma das ocasiões o celular caiu debaixo do banco, ele não o alcançava. Depois foi parado pela 'puliça' por estar falando ao celular. Ufa! Quanta aventura! Pasmem! Não precisamos dos convites para entrar. Mintchira!*
A cerimônia transcorreu solene e a colação de grau foi belíssima. Tiramos fotos às escondidas, já que era proibido o uso de câmeras, celulares e afins...
O Teco - pra completar o clima de aventuras - foi barrado pelo segurança, pois não podia usar o estacionamento da prefeitura. Teria sido o guarda Oswaldo quem o interceptou? Mistério! Comemoramos no Kabir, a formatura do mais novo tecnólogo. Parabéns, Tico! Eu te amo!
A vida é uma aventura. Viver é MARA!
E no mais... Estou indo embora, baby...

NT * um chips = singular: um chip
         *salmón = salmão
         *suave = sóbrio: de acordo com a gíria  dos manos.
         *puliça = me recuso a explicar, joga no Google.
         *Mintchira! = To bege! Não creio!



Escrito por Rose às 13h10
[   ] [ envie esta mensagem ]




Tenho praticado o suficiente para saber que o ato de esvaziar a mente e deixar os pensamentos fluírem é bem melhor e mais saudável que a sensação oposta. Aprendi que existem três coisas das quais é necessário abrir mão: julgar, controlar e ser o dono da verdade. Quando nos livramos dessas três coisas, sentimo-nos com uma sensação de mente íntegra e vibrante tanto quanto a de uma criança.
Rir sempre que possível, brincar, deixar acontecer o que há de bom dentro de cada um de nós. Libertar-se de julgar e controlar não tem contra-indicações.
Também descobri que não existe nenhuma utilidade em nos mantermos isolados, aprisionados a certos traumas, alguns até de infância. Os traumas acumulados são como poeira sobre a pele. É verdade que às vezes me traio e me pego contraditória, mas acredito que é bem melhor viver a vida e amá-la a cada segundo. 

Tenho como exemplo uma das últimas aventuras: viajar de última hora, sem motivo algum e com todos os motivos evidentes. Estive em Três Corações e em São Thomé das Letras pela segunda vez, acompanhada de amigos queridos. Foram momentos marcantes e inesquecíveis. Rimos mais que tudo!
A mente de desenho animado foi predominante a maior parte do tempo. Falamos todas as coisas possíveis e inimagináveis. Cantamos, gritamos, extravasamos como crianças. Na verdade, libertamos a nossa criança interior - aquela que não se preocupa com o carnê do fim do mês, que não tem horário marcado, que não sente vergonha em repetir mil vezes a mesma frase, que soletra qualquer palavra em voz alta, que soluça de tanto gargalhar, que imita o som de certos animais enquanto ri, que entende tudo errado ou não entende nada (e comemora mesmo assim), que transforma tudo em brincadeira, que sabe aproveitar todos os momentos. - A alegria é o ingrediente ativo de todas as horas. Inclusive para que possamos continuar lutando, não me resta dúvida.
Nós, adultos somos muito complicados. Estamos sempre buscando em quem nos apoiar e muitas vezes rejeitamos as pessoas que estão em nossas vidas, não sabemos se as queremos ao nosso lado, desejamos estar com outras pessoas, imaginamos se e até quando esse ou aquele relacionamento vai durar e por aí vai. Nossa vida é cheia de batalhas inúteis exatamente porque nossa mente é cheia de pensamentos inúteis. Sofremos por histórias infelizes do passado como se elas ainda estivessem acontecendo. Na verdade somos nós que deixamos as pessoas e as situações serem quem são e o que são.
Corremos em busca de tantos objetivos e muitas vezes nos esquecemos de sermos apenas nós. Isso complica desnecessariamente as nossas vidas e bloqueia a alegria de viver e a paz de espírito.
Se pensarmos com a simplicidade do mundo animal, percebemos que não há necessidade de conquistar mais do que se tem. Com todos os amigos que nos acompanham estreitando os caminhos que trilhamos, compartilhar é uma fórmula que nunca perde a validade. - A simplicidade da chuva, a luz de uma estrela, a leveza de um pássaro, a persistência de uma formiga – tudo isto simplesmente é. Mas se houver alguém com quem compartilhar cada um ou vários desses acontecimentos, tudo muda.
Encontramos valor onde menos esperávamos.
É preciso esvaziar a mente. Viver com intensidade. 
Esqueça por algum momento quão adulto e complicado você tem sido.
Liberte a criança que tem dentro de você e seja feliz.



Escrito por Rose às 23h39
[   ] [ envie esta mensagem ]





Ouvir a tua voz pelo telefone hoje me levou ao passado não muito distante.

Menos de quatrocentos dias se passaram e parece que foi ontem que ouvi da tua boca coisas que jamais imaginei e que relutei em acreditar. Infelizmente.

Ou nada daquilo realmente existiu ou eu vivi um sonho.

Acordei.

Não coube a mim proporcionar a tal felicidade a alguém como tu, mas contento-me com a grandeza dos momentos incultos onde a minha insanidade me transformou na mais lúcida das  aventureiras. A contradição se fez presente. O impossível não era mais.

Incomparáveis horas de calor e magia ainda circulam como fragmentos em minha mente. Eternas lembranças daquele olhar fugaz que ao mesmo tempo em que intimidava, permitia as mais diversas loucuras já vividas. Não sei o motivo. Talvez por eu ser humana.

Estranho é lembrar disso hoje, um dia depois em que se comemora o 'dia dos amantes'.

Vivi ao teu lado momentos únicos e passageiros.  Sentíamo-nos isolados do mundo mau que nos discriminava. Mas foi como um vento que passou.

Esboço um sorriso neste momento e admiro a minha coragem de outrora.

Hoje bateu a saudade e o peito ficou sufocado.

Na manhã fria onde a garoa me molhou o rosto, lágrimas se confundiram e rebeldes, escaparam sem permissão.

Mesmo sabendo que não devia alimentar a mais remota lembrança do que vivemos, não me contive.  Me peguei pensando em tudo aquilo...

Tua pele macia, teu olhar distante, tuas mãos suaves, teu perfume, tuas palavras inocentes, nossas brincadeiras, nossas confidências...

Uma das lembranças mais marcantes foi aquele beijo roubado, que para conseguir, precisei de uma almofada para alcançar-te.

E agora em sã consciência me dou conta de que desse sentimento não mais sentirei o sabor. 

...Acabou o que de fato jamais teve começo. 

Silêncio...

By Pablo



Escrito por Rose às 02h28
[   ] [ envie esta mensagem ]


[ ver mensagens anteriores ]


 
Meu perfil
Ilhas Marshall, Mulher, Sim! Pq? Vai encarar?
MSN - rosebelezarara@hotmail.com
Histórico
  01/06/2009 a 30/06/2009
  01/03/2009 a 31/03/2009
  01/02/2009 a 28/02/2009
  01/01/2009 a 31/01/2009
  01/11/2008 a 30/11/2008
  01/10/2008 a 31/10/2008
  01/09/2008 a 30/09/2008
  01/08/2008 a 31/08/2008
  01/06/2008 a 30/06/2008
  01/04/2008 a 30/04/2008
  01/03/2008 a 31/03/2008
  01/01/2008 a 31/01/2008
  01/12/2007 a 31/12/2007
  01/11/2007 a 30/11/2007
  01/10/2007 a 31/10/2007
  01/09/2007 a 30/09/2007
  01/08/2007 a 31/08/2007
  01/07/2007 a 31/07/2007
  01/06/2007 a 30/06/2007
  01/05/2007 a 31/05/2007
  01/04/2007 a 30/04/2007
  01/03/2007 a 31/03/2007
  01/02/2007 a 28/02/2007
  01/01/2007 a 31/01/2007
  01/12/2006 a 31/12/2006
  01/11/2006 a 30/11/2006
  01/10/2006 a 31/10/2006
  01/09/2006 a 30/09/2006
  01/08/2006 a 31/08/2006
  01/07/2006 a 31/07/2006
  01/06/2006 a 30/06/2006
  01/05/2006 a 31/05/2006
  01/04/2006 a 30/04/2006
  01/03/2006 a 31/03/2006
  01/02/2006 a 28/02/2006
  01/01/2006 a 31/01/2006
  01/12/2005 a 31/12/2005
  01/11/2005 a 30/11/2005
  01/10/2005 a 31/10/2005
  01/09/2005 a 30/09/2005
  01/08/2005 a 31/08/2005
  01/07/2005 a 31/07/2005
  01/06/2005 a 30/06/2005
  01/05/2005 a 31/05/2005
  01/04/2005 a 30/04/2005


Outros sites
  MARCIO MARKENDORF
  DIEGO
  MEU ORKUT
  JORNAL DA SUA VIDA
  IVO
  FERNANDA PORTO
  FABIANA
  CLEUSA
  TATI
  BÁRBARA
  A TURMA DO KANTINHO
Votação
  Dê uma nota para meu blog